quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Comendo a casadinha dentro do carro

Ela era uma casadinha muito gostosa, nós mantinhamos contato há muito tempo, eu sempre insistia em convidá-la para sair, mas ela sempre recusava, até que um dia, eu a convenci, marcamos pelo telefone. Ela estava muito tarada, combinamos de nos encontrar perto da casa dela. Ela se atrasou um pouquinho porque disse que o maridão estava na cola, mas esperei.

Quando ela chegou,  eu fui a seu encontro, ela estava super linda, loirinha, arrumada e cheirosa! Fiquei vendo estrelas só de olhar pra ela, então ela entrou no carro, me cumprimentou com dois beijinhos do lado e um na boca rapidinho e pediu para que saíssemos dali o mais rápido possível pois, haviam muitos conhecidos dela por ali.

Saímos dali, enquanto dirigia, eu olhava para ela e reparava naquele anjinho olhando pra mim, toda radiante., ela ficou olhando para meu rosto parecendo que tirava a minha roupa com os olhos, ela deu uma mordidinha nos lábios, comecei a colocar a mão nos seus peitos, ela pegava no meu pau e, então fomos para uma rua que estava bem deserta, realmente um local onde passavam poucos carros e não haviam casas por perto.
Era quase três horas da tarde, era uma loucura o que fazíamos, mas, e daí, ela me deu um beijo delicioso quando estacionamos, passamos a nos acariciar mutuamente.
Fomos para o banco de trás do carro (ficava pensando: nós vamos fazer isso mesmo! Assim bem na rua). Ela estava com uma cara de safada! Muito safada! Então começamos tirando a parte de cima da roupa dela.

Quando a blusa saiu, Nem dava pra acreditar no formato daqueles peitos deliciosos, até hoje os dela foram os mais redondinhos e gostosos que já, afinal, ela é casada e já amamentou, por isso meu espanto, firmes, muito gostosos para apertar e chupar. Chupei tanto que achei que iria sair leite na minha boca. Os biquinhos dos seios dela ficaram durinhos quando comecei a chupa-los, começaram a mudar de forma, ficaram bem pontudinhos, olhei pra cima e vi a safada me olhando com a maior cara de tesão. Mal conseguia vê-la, só tinha olhos para aqueles peitos formosos que monopolizavam a minha visão.

Então, ela começou a pôr a mão sobre a minha calça pra sentir o volume. “E que volume!”, disse ela. Adorei sentir a mão dela me acariciando, antes de abrir o zipper , eu disse que queria ver o seu cuzinho lindo, foi quando eu virei ela de lado e abaixei toda a calça dela até os pés, bem devagar, (para poder aproveitar a visão daquela bunda deliciosa!), ela tem um bumbum muito lindo! muito bem formado, grande e redondinho! Afastei a calcinha de lado e ela pediu que eu colocasse devagar , por um instante fiquei apenas parado, olhando seu cuzinho bem na minha frente, do jeito que eu sempre quis comer. Cheguei bem perto para sentir o cheiro, esperava um cheiro mais forte, (vcs entenderam rs), mas não! Estava muito cheirosinho! Antes de penetrá-la, dei uma dedadinha no cuzinho e outros na bucetinha.

Ela me disse que antes de eu penetrá-la, ela queria fazer um boquete em mim, então se virou, e começou a lamber meu cacete de uma forma muito deliciosa, a primeira lambida, eu não vou esquecer nunca mais, ela botou a língua para fora lambeu da parte de trás do meu saco até a cabeça do meu pau, algumas vezes e olhava pra mim, nossa e que olhar ela fazia! Só no começo eu fui sentindo que
onde passava a língua, ela deixava bem babadinho. foi a melhor chupada que já tive. Ela me chupou muito, mas eu me segurei para não gozar.

Pedí  a ela pra empinar o bumbum pra cima enquanto ela me chupava e comecei a brincar com a xaninha dela que já estava abertinha pra mim, com dois dedinhos para começar percebi que a buceta dela já parecia uma cachoeira de tão molhada. A falta de
espaço no carro complicou um pouco. Tirei a calcinha toda dela de vez e ela gemeu de tesão, coloquei-a deitada, para fazer papai e mamãe, a pedidos dela! Comecei a chupar sua bucetinha, a cada linguada, ela gemia muito de prazer, neste momento, ela me pediu um beijo, e logo depois começou a lamber todo o meu peitoral.

Vez ou outra passava algum carro por ali, e a gente tinha medo de que alguém lá fora  olhasse e visse os dois peladinhos. Mas, ela queria correr o risco, a safada adorou essa adrenalina toda
do risco de ser pega sendo fodida dento do carro aquele lugar público, parecia ser uma das taras dela.

E no auge da nudez, posicionei, a cabeça de minha pica  na entrada de sua bucetinha, o pau já deslizava muito fácil, de tão lubrificada que ela estava, comecei a meter e o carro começou a balançar muito,
aumentou mais ainda o risco de alguém querer ver.

Eu dava estocadas forte naquela bucetinha linda, ela gemia a cada vez que meu pau entrava e saia daquela buceta molhada, ela gelia e goazava, chegava a tremer de tesão.

O carro ficou todo enfumaçado e molhado, o cheiro dos sucos dela estava em todo o carro, a sensação de ficar balançando foi sensacional, ela estava muito gostosa, achei que ia meter pra sempre. Adoro pensar que meti nela até o saco encostar todo na buceta, mas também, a posição papai e mamãe não estava tão boa, pela falta de espaço no carro, pedi pra ela se virar de quatro. Ficamos uns quinze minutos metendo assim nessa posição, pedi pra ela olhar pra trás, enquanto puxava seus cabelos, essa é a minha tara, e ela fez, fiquei com tanto tesão no olhar dela que dei uns tapinhas naquela bundinha branca e a safada adorava, mas, fiz com cuidado pra não marcar, pois é casada e o maridão não sabe. Lembro que pus os dedinhos entre a xana e seu cuzinho, fazendo pressão com meus dedos. Ela suspirava de tesão.

Foi nesse momento que tirei o pau daquela bucetinha e vi aquele cuzinho rosado, todo estufadinho pra fora! E ela disse: “mete logo no meu cuzinho seu cachorrão safado!”. Então com aquele tesão todo não teve jeito comecei a bater a cabeça do meu cacete na portinha do cu dela, o problema é que o cuzinho chupou minha cabeça pra dentro, nem precisei empurrar, ela fazia umas piscadinhas que sugava minha pica para dentro. Então ela disse: “que guloso, você viu!?”. Concordei e rí. Foi a posição em que mais demoramos. Ela de quatro e eu por trás, metendo no cuzinho.

 Depois de um tempo bombando no cuzinho dela, eu senti que meu corpo tinha algo grudento, da cintura pra baixo, ela se remexeu toda, e gemeu muito mais alto. Foi quando fui ver: a safada tinha gozado pelo cu, dizendo “ai, que tesão no meu meu cu”. Tinha melzinho dela escorrendo por todo lado saindo da buceta.
A cada metida eu sentia que o melzinho estava me melando todo, aumentando mais ainda minha vontade de continuar comendo ela! Estava metendo tão forte que todo o carro estava balançando agora, e a esta altura não estávamos nem aí se alguém aparecesse.


Depois ela comentou: “eu nunca tinha experimentado isso, gozar por tesão no cuzinho, é bom que a buceta goza junto”, escorreu mesmo pelas pernas aquele líquido quente dela, ela começou a olhar pra trás e a me comer com os olhos, passou a língua nos lábios, nunca ví mulher com tanto tesão. Depois tirei do cuzinho ela chupou meu pau novamente, gozei em sua boca, nos vestimos e saímos dali, foi a transa mais louca, insana e gostosa que já tive, a adrenalina aumentou e muito nosso tesão

domingo, 11 de dezembro de 2016

A loirinha brava foi domada

Tudo aconteceu quando aquele policial teve que ir até uma casa para intimar uma senhora que era testemunha num caso de brigas entre vizinhos, ocorrência chata, mas, tem que se apurar. O bairro era tranquilo, sem muitos índices de violência, a ocorrência também não era das mais complicadas, ele resolveu que iria sozinho, faria a intimação, no dia seguinte, ouviria as declarações da pessoa e mandaria para o delegado, sem muitas delongas.

Quando ele chegou na casa da referida pessoa, bateu no portão que estava trancado, e veio lhe atender uma mulher loira, muito bonita, ela era mãe de dois filhos, mas, ainda tinha um belo corpo, ao avistar a viatura ela foi logo esbravejando:

“O que está acontecendo? Por que tem uma viatura na porta da minha casa? ”

Ele explicou os fatos, contou sobre a ocorrência e que a vítima dizia que uma das pessoas envolvidas morava ali e para isso, ele precisaria ouvi-la em declarações, para tentar identificar esta pessoa, no caso, a agressora. Gente, pense numa menina brava, ela o olhou nos olhos e disse:

“Eu não vou em porcaria de delegacia nenhuma, eu não fiz nada, estava tendo uma festa aqui no dia, mas, a maioria das pessoas que aqui estavam, eram conhecidas do meu amigo, não as conheço”
Novamente, o policial explicou que era só ela ir até a delegacia e colocar tudo isso no papel e os fatos seriam levados ao delegado que decidiria o que fazer; ela dizia que era um absurdo parar viatura policial na frente da casa dela, foi quando ele disse: “A senhora está com algum problema, está tentando esconder algo ilícito ou qualquer outra coisa do gênero? ” 

Ela disse que não, e ele disse que pela atitude suspeita dela, ou seja, o nervosismo demonstrado, teria que revista-la, sim, ele sabia que pela lei, um homem não pode revistar uma mulher, apenas em situação de flagrante em que seja, impossível esperar por uma policial feminina, não era este o caso, mas, como a rua estava deserta, o policial a abordou desta forma. Ela se assustou e disse que não tinha passagens, mas, o policial disse que, pelo nervosismo, talvez ela estivesse portando drogas e sim, iria revista-la, pois, se chamasse uma policial feminina, daria tempo de ela dispensar a droga.

Ela negou que sequer usasse drogas, e que aquilo não fazia sentido, ficou mais nervosa ainda, e ele disse que não adiantava ela reclamar, seria revistada e a mandou ficar quieta. Ela pediu para que pelo menos, fizesse isso n garagem de sua casa, para não ser humilhada na frente da casa, o policial concordou. Ela entrou, encostou o portão e alegou que não teria como esconder algo dele já que sua roupa era curtinha, ela estava com uma mini saia branca e uma camiseta preta. 

Ele a mandou ficar quieta novamente e ordenou que colocasse as mãos no capo do carro que estava na garagem. Ela estava muito nervosa, com medo. Ele então falou que iria a revistar, e passou a mão nos seu braços, percorreu pelos seus peitos, passou pelas costas e foi descendo, passou a mão na sua bunda e desceu até os pés, então ela disse:

“Viu não tenho nada! ” Ele deu uma risadinha sacana e começou a subir, passando a mão pela parte interna da perna dela, até chegar em sua coxa e a mandou abrir as pernas, ele subiu mais e chegou até sua bucetinha, que estava um pouco molhada (ela sempre teve fantasia em sair com um homem que a dominasse, e sendo policial, melhor ainda, mas não imaginava desta forma), ele então a chamou de biscate e disse que ela estava gostando, a mesma negou. 

Ele se levantou e começou a acariciar os peitos dela, ela estava sem sutiã e a camiseta deixava os seios à mostra, ele colocou os peitos dela pra fora e começou a brincar com eles, e a dizer no ouvidinho da loira ouvido que elaera uma puta safada. Aquilo a arrepiava e ele percebeu que ela estava começando a relaxar, e aquilo foi deixando ela louca de tesão. 

Ele colocou uma mão na bucetinha dela que já estava super molhada e começou a brincar com ela, ela estava achando aquilo uma delícia, ele a virou de frente, a colocou sentada no capo do carro tirou sua calcinha e começou a chupá-la. Ela estava achando aquela língua maravilhosa, ela delirava, ele a chupava muito gostoso e sem que ela percebesse começou a gemer alto, então ele parou e deu um tapa na sua cara, disse pra que ela deveria calar a boca e ficar quieta.

O policial se levantou e tirou aquele pau enorme pra fora da calça e mandou ela chupar. A loirinha caiu de boca naquela pica deliciosa, chupou tudo, ela estava achando aquilo tudo uma delícia, depois de um tempo chupando ele a pegou pelo cabelo e a jogou novamente em cima do capo do carro, levantou sua saia e começou a foder aquela bucetinha gostosa, ele a segurava pelo pescoço e a todo momento a chamava de puta, ela adorava isso, e pedia para que o policial a fodesse cada vez mais forte, ele colocou o dedo na boca dela e disse que deixasse o dedo dele bem molhadinho, ela chupou o dedo dele e então, quando ele estava bem babadinho ele começou a enfiar o dedo naquele cuzinho rosado dela, ele começou a fode-la bem rápido e a enfiar o dedo em seu cú bem forte, ela estava enlouquecendo de tesão, então quando não aguentava ais, ela gemeu como nunca e anunciou que iria gozar, ai ele a fodeu como nunca e disse que também iria gozar, mais queria gozar sem eu cú, ele tirou o pau da bucetinha dela e enfiou sem do naquele cuzinho, ela sentiu muita dor, mas, estava tão louca de tesão que o prazer era maior que a dor, então ele começou a dizer, “goza sua biscate”, então ela gozou, e achou uma delícia, nunca imaginou que pudesse gozar dando o cú, ela gemia como nunca e então ele gozou também e encheu seu cu de porra. 

Terminado isso, ele lhe entregou a intimação, ela estava bem mais calma, no dia seguinte, ela foi à delegacia com um advogado, isso o assustou, mas ela prestou seu depoimento, em dado momento, o advogado perguntou se poderia conversar com o delegado, o policial disse que sim, mas a loirinha disse que esperaria ali embaixo na sala, pós o advogado sair, ele a olhou e disse: “Por que o advogado? Quer me matar do coração? Achei que ia fazer uma reclamação sobre ontem”

Ela disse: “Claro que não gato, nossa transa foi muito louca e eu não vejo a hora de repetir tudo, ainda estou com o cuzinho dolorido, mas sinto muito tesão com isso”, ele deu-lhe um demorado beijo.

Após este fato, eles se encontraram várias outras vezes, e a cada transa, o prazer era mais intenso. Ela lhe confessou que sempre que vê uma viatura policial, recorda-se do fato e, sua buceta já fica molhadinha.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A bailarina loirinha

Amigos e amigas, a personagem principal deste conto não é uma menina qualquer. Venho apresentar-lhes minha deliciosa e Bella bailarina, loira com cabelos longos e lisos, de estatura baixa, magrinha, porém, com um corpo bem torneado, merecendo destaque especial seus seios deliciosos e sua bundinha redondinha e arrebitada, graças aos longos anos dedicados à sua arte, tem uma voz suave e um jeito sapeca, embora o jeito angelical, na cama é um demônio. Seus seios são um chamariz e tanto, ela abusa dos decotes, especialmente em fotos postadas nas redes sociais.

Conheci essa pequena delícia quando estive em Brasília, eu fui para lá para fazer um curso de aperfeiçoamento, curso este que duraria duas semanas e o pouco tempo livre que eu tinha aproveitava para conhecer a noite da cidade. Como todo bom turista, numa destas noites, fui até o Lago Paranoá, fui mais para conhecer mesmo.

Enquanto eu tomava umas cervejas, eis que me passa uma loirinha toda sorridente usando um jeans colado, camiseta brancabota e chapéu de couro passaram por mim sorridentes, e fui obrigado a dizer alguns gracejos. As três olharam e demonstraram apreço por meu galanteio com sotaque carioca, e uma delas, lo e uma discreta maquiagem, logo que a vi, despertou um desejo selvagem em mim e no meu amiguinho cabeçudo (se é que vocês me entendem), fui atrás da mocinha, sem pensar duas vezes.

Me apresentei, trocamos um papo, eu disse que estava ali à trabalho e queria saber se ela me indicaria algum lugar legal onde eu poderia leva-la para passear, ela sorriu, disse que era casada, eu fiquei constrangido, pedi desculpas, mas ela disse que adorava meu estilo, disse que sempre curtiu homens de topetes e jaquetas de couro, passamos a nos elogiarmos mutuamente e, ficou claro que não ficaríamos só naquele papo. Mas antes de atacar a gatinha, perguntei sua idade, afinal seu rosto e sua altura nem de longe revelavam suas vinte e quatro primaveras. Completamente dentro da lei, puxei aquela delicinha pela cintura e tasquei um beijo vigoroso em seus lábios, extraindo profundamente seu aroma de morango do brilho labial.

Ousada, ela apertou minha bunda e mostrou que não estava para brincadeira, e eu já procurei um local aonde pudesse levar a loirinha e conhecer melhor seus encantos. Apertei sua bunda guardada na calça jeans e me impressionei com a dureza do local, pura musculatura! Viciei rapidamente em apertar forte aquele rabo, e a mocinha correspondia aos meus apertões com gemidinhos e mordidas em minha orelha. Minha piroca já pulsava frenética dentro da roupa, e a loirinha percebeu, colocando suas mãos sobre o volume da minha calça e dizendo que eu era “um rockeiro crescidinho”.

Tudo parecia sugerir que em poucos instantes minha piroca nervosa estaria cutucando aquela bucetinha linda da loirinha, talvez encostados em uma árvore das redondezas ou jogados em um matagal qualquer, porém, ela tinha uma surpresa para revelar: se eu quisesse algo com ela, teria que esperar acabar o espetáculo, pois, ela estava indo para um teatro, onde faria uma apresentação de dança que começaria em 25 minutos. Fala sério! Eu não iria ficar esperando quase duas horas por ela, ainda mais tendo que assistir balé, nada contra a arte, mas, não faz meu estilo. Disse para ela que não iria rolar, mas que poderíamos trocar telefones e nos encontrar depois (ou seja, fudeu, não ia rolar nunca).

Ela fez uma carinha triste e disse que tinha gostado de mim, que realmente queria ir mais além comigo naquela noite. Então pedi que ela me desse um motivo bem convincente para lhe esperar. A mocinha abriu um sorriso enorme e me puxou pela mão até atrás de uma moita, local escuro e vazio, onde ela se abaixou diante de mim, olhou nos meus olhos, abriu um sorriso e mandou eu colocar meu pra fora. Como assim? Rápido e direto desse jeito? Apaixonei!

Abri o zíper e deixei o meninão cabeçudo saltar animado para fora, diante da face da loira, que imediatamente pegou no mastro e iniciou uma apaixonante punheta, destilando elogios baratos às dimensões do meu cacete, suas mãos acariciavam meu cacete, a visão daqueles pequenos dedos branquinhos se esforçando para segurar minha pica morena era algo que eu não esquecerei jamais. Sugeri que ela usasse as duas mãos, e assim ela o fez, masturbando-me com as duas mãos em uma sincronia quase profissional.

Sua habilidade para a punheta era ímpar, mas eu queria mesmo era sentir aquela boquinha tesuda abocanhar o cacete e me levar ao delírio, mas apesar de manusear o instrumento bem próximo ao seu rosto e dar algumas linguadas e beijinhos molhados na cabeça do menino, a bailarina safadinha não colocava o menino na boca. E que punheta fantástica era aquela?. A sensação da punheta somada à visão daquele sorriso  e seu decote só poderiam resultar em uma coisa: gozo.

Não tive nem tempo de pegar sua cabeça para lhe forçar a abocanhar minha pica ejaculante antes que minha essência sexual fosse lançada na atmosfera. Simplesmente fui dominado por um prazer visceral, que se traduziu em um prazer intenso espalhado por todo o meu corpo, culminando em pulsações desenfreadas de minha piroca e uma gozada viril, intensa, cujo primeiro jato de porra foi lançado a alguns metros de distância, e os restantes caíram um pouco mais próximos. A bailarina safadinha não conseguiu engolir o primeiro jato, mas depois, limpou meu pau, se deliciando com a porra escorrendo por sua garganta, enquanto me encarava com carinha de quero mais, eu disse, nossa, levanta aí, abaixa esta calça, deixa eu colocar o cacete nesta sua bundinha gostosa, ela me respondeu 
Claro que não, se eu contar o final do filme no trailer, por que você iria esperar pra ver o resto? Vai me esperar ou não?“

Eu disse: “Se não for propaganda enganosa…”

Bailarina: “Sua única opção, rockeiro, é esperar para ver…” –

Ela se levantou e saiu, rebolando sua deliciosa bundinha e me mandando um beijo assoprado de longe, acompanhado de um lindo sorriso. Safadinha! Me seduziu o suficiente para eu manter minha palavra, e de quebra atiçou o meu tesão e minha curiosidade para o que ela poderia me oferecer em termos sexuais
Assisti pacientemente ao espetáculo de dança, mas a música pouco afetava minha concentração nos movimentos da bailarina loira. Que flexibilidade! Que movimentos precisos! Que graciosidade ao dançar! A orquestra tocava vários clássicos, mas eu nem ligava, só via e ouvia o suave movimento da bailarina loira, nem me importava com as outras bailarinas. Aliás, que outras bailarinas? Eu só conseguia ver aquela doce loirinha à minha frente, eu queria mesmo era chegar mais próximo do palco, eu estava praticamente babando ao ver sua prexequinha inchada espremida naquele collant rosa por baixo daquela saia.
Quando finalmente acabou o espetáculo, ela fez um sinal para mim lá do palco, dizendo para eu me aproximar do palco, ao me aproximar, fiquei ainda mais excitado ao ver aquela delicinha toda suada, ela me disse para esperar só mais um pouco, até ela tomar um banho e se trocar. Negativo, respondi a ela que queria degustar dela daquele jeito mesmo, in natura, até fedida se fosse o caso, mas eu não aguentaria esperar nem mais um segundo. Então ela correu até a coxia (que bunda linda naquele collant colado) e voltou com sua bolsa pendurada no ombro, dizendo que a partir daquele momento, ela era minha até as 5 da manhã, quando ela deveria estar em casa.

Como o relógio já marcava mais de 2 da manhã, peguei a loirinha pela mão, entramos no meu carro e partimos rapidamente até o hotel, que ficava a menos de duas quadras dali. O tesão em mim era incontrolável, não via a hora de chegar no hotel, minha pica dura roçava na calça, ela percebeu e começoua acariciar enquanto eu dirigia.

Quando chegamos no quarto do hotel, a delicinha fugiu dos meus braços e correu para o banheiro, me deixando como única opção tirar a roupa, deitar na cama e esperar por ela com a piroca armada. Ao abrir a porta, ela apareceu somente de calcinha, com os cabelos loiros soltos sobre seus ombros, e aqueles peitinhos com bicos vermelhos deliciosamente empinados, a me convidar para uma chupada vigorosa. Ela caminhou lentamente na minha direção, dizendo que minha piroca estava ainda maior, e perguntando se eu estava preparado para o espetáculo. Que delícia de mulher safada e confiante, tinha plena noção de que suas habilidades sexuais jamais sairiam da minha memória.

Levantei da cama e fui em sua direção, dei-lhe um beijo, comecei a morder seu pescoço e coloquei a mão por dentro da sua calcinha, senti sua bucetinha toda encharcada  ela encostou na parede de costas para mim, lançou a perna direita para o alto e fez um tipo de arabesque (que consiste no movimento aonde a bailarina joga a perna para o alto, apontando os pés para o céu com a coluna curvada e a mão segurando o pé), revelando em detalhes sua deliciosa buceta, absolutamente carnuda, guardada pela calcinha de cor creme. Sua bunda branquinha era visualmente espetacular, e em minha cabeça eu só conseguia me imaginar dando tapas ali até deixar tudo bem vermelho.

Fiquei literalmente congelado após o movimento da bailarina, e quando me recuperei do choque, tentei me aproximar, mas ela baixou a perna e me bloqueou enquanto sorria, dizendo que ainda não era a hora. Em seguida ela apoiou as costas na parede, jogou a perna esquerda totalmente esticada para cima, fazendo sua volumosa buceta ficar ainda mais evidente. Minha piroca estava tão rígida e pulsante que eu poderia engravidar um muro de concreto, e a bailarina continuava a me provocar, dizendo para só observar, enquanto ela graciosamente se tocava, fazendo seu mel lentamente irrigar o tecido da calcinha. Bem que tentei fazer conforme ela falou, mas meu autocontrole deve ter saído de férias.

Em um gesto rápido, enterrei os dedos ao redor da calcinha, puxando-a e rasgando-a em um só golpe. A bailarina safadinha arregalou os olhos e tentou baixar a perna, mas era tarde, a distância entre nossos corpos era pequena em demasia, então logo sua perna já estava pressionada pelo meu peitoral naquela posição magnífica, e minha piroca apontando decidida para sua bucetinha Peguei a loirinha pelo pescoço com as duas mãos, e ela se entregou ao meu domínio, só pedindo para eu meter gostoso.

Mantive uma das mãos em seu pescoço e, com a outra, pincelei o mastro entre os grandes lábios volumosos daquela bucetinha rosada e depilada, vendo a cabeça do meu cacete se revestir com o néctar viscoso da safadinha. Logo em seguida, posicionei o instrumento e introduzi lentamente o pau na loirinha, até a metade, praticamente delirando ao comer pela primeira vez uma mocinha tão flexível, e também me impressionando como sua buceta ficava apertada naquela posição. Que tesão era começar o vai-e-vem olhando para aquela loirinha sapeca, que alternava gemidos com sorrisos  para mim, já ficando com o rosto vermelho diante da sensação de ser invadida por minha piroca.

Eu sabia que ela aguentaria pouco tempo naquela situação, mesmo sendo especialista em flexibilidade, então pressionei mais a mocinha contra a parede, induzindo minha bailarina safadinha a propor outra posição. Qual? Um franguinho assado em pé, que espetáculo! Me afastei e deixei ela se posicionar com as pernas ao redor do meu corpo, apoiando-a pela deliciosas nádegas com minhas mãos, e preparando uma nova inserção de meu pau em sua xaninha deliciosa. Pedi por mais ousadia, e ela acatou, deixando suas panturrilhas pressionando meu peitoral e os joelhos colados em seus deliciosos seios. Enterrei a piroca na sua buceta enquanto a pressionava forte contra a parede. Ela cravou os dedos em meus braços e enfim relaxou, apoiada por minhas mãos e violada no seu íntimo mais remoto por minha piroca latejante.

Senti que sua xaninha pingava de tesão, dando-me liberdade para socar o membro com violência no interior da bailarina. Abusando da minha força nos braços ao segurar a loira, forcei minha masculinidade sem dó na safada, que gemia alto e abusava das caras de tesão, ciente de que meus olhos estavam focados nos seus. Ela implorou por meu beijo, e mediante o toque úmido de nossos lábios e a inserção profunda de minha rola intrépida em seu íntimo, a bailarina gozou, desfazendo-se em espasmos e gemidos baixinhos enquanto me beijava.

“Devagar gato, devagar, assim.” – Ela sussurrou em meu ouvido enquanto trocávamos de posição, deixando que suas pernas cansadas baixassem até me envolverem ao redor de meus quadris. Mantive o apoio sob sua deliciosa bundinha, indo e vindo devagar dentro de sua intimidade, ao mesmo tempo em que ela gemia bem baixinho ao pé do meu ouvido, quase como uma gata ronronando.

Voltamos a nos beijar, e eu voltei a acelerar o ritmo, fazendo a deliciosa loirinha arranhar levemente meu pescoço. Bem que eu queria continuar naquela posição, mas meus braços e pernas queimavam, então transportei gentilmente a delícia até a cama, deitando nossos corpos sem desengatar meu pau de sua buceta. Deitados em um legítimo papai-e-mamãe, sem deixar que os beijos parassem por um segundo sequer, movimentei meu quadril de forma circular, fazendo com que minha piroca tocasse em cada milímetro do interior da mocinha, que passava a mão por toda a extensão das minhas costas e apertava minha bunda para finalizar.

Logo a bailarina fez-se valer de sua flexibilidade, abrindo as pernas em uma abertura zero de respeito, enquanto eu levantei meu tronco e me apoiei nos braços, visualizando a cena da minha grossa piroca entrando naquela buceta espetacular, deliciosamente arreganhada pela posição da bailarina. Olhei no rosto da menina e disse que ela era incrível, e ela sorriu, satisfeita por me encantar com suas habilidades ímpares para apimentar a trepada. E para deixar a cena mais deliciosa, eu fazia questão de puxar o pau quase todo para fora, deixando só a cabeça escondida, e depois enterrar tudo de uma vez, até ouvir o estalo do meu saco encontrando a bundinha da moça.

Então tirei o cacete de uma vez, e me levantei da posição, mas ordenei que a doce bailarina continuasse como estava. Eu iria cair de boca naquela xota disposta em abertura zero das pernas da loira, mas confesso que a cena era tão linda que me paralisou por uns instantes, então, boquiaberto senti minha piroca vibrar selvagem, um espetáculo. Enfim sob controle de minhas atitudes, mergulhei diretamente naquela linda bucetinha, abusando da minha técnica de cunnilingus, não descansando até ver a bailarina mergulhar em outro orgasmo, discreto no início, mas intenso quando se misturou a outro orgasmo em sequência.

Estupefata com minha habilidade, a bailarina disse que fazia questão de me recompensar, ainda que estivéssemos já avançados no horário. Sua ordem foi para que eu me deitasse na cama e relaxasse, pois, agora era só com ela. Quando ela começou a me punhetar, lembrei imediatamente de momentos antes, aonde ela me fizera gozar apenas com o toque aveludado de suas pequenas mãos em meu monstro vascularizado. Delirei ao sentir que ela me masturbava ainda com mais técnica, e ela fez questão de cuspir na pica para deslizar as mãos com mais facilidade. Nem eu me punhetava tão bem.

Só que dessa vez ela não iria escapar de abocanhar meu pau, então a peguei pelos cabelos e trouxe sua boquinha de encontro ao meninão, sem qualquer resistência por parte dela. Foi um boquete único, ela chupava só a cabeça, babando sem dó e deixando sua saliva doce escorrer pelo pau, e com as duas mãos, ela fazia uma espécie de massagem na piroca; enquanto uma mão subia no sentido pélvis-glande, a outra descia no sentido oposto, e vez ou outra ela descia as duas mãos até a pélvis e engolia meia pica. Absurdo!

Explodi em uma gozada voraz, urrando como um dinossauro e fazendo porra jorrar da minha piroca fervilhante, direto na boca da bailarina. E quem disse que ela parou por aí? Ela continuou seu movimento exclusivo, só que agora além de baba, escorriam resíduos de minha porra na superfície da pica, que em seguida também escorriam pela mão da safadinha, que apenas tirou a boca do meu pau para dizer que queria mais leite.

O desejo dela foi uma ordem, e dentro de poucos instantes emergiu uma gozada mais intensa de meu íntimo, fazendo minha piroca pulsar em ritmo frenético, e meu corpo inteiro se retorcer em fortes espasmos. Uma delícia! E enquanto minha pica morria com dignidade após tal combinação voraz de boquete e punheta, a bailarina loira fez questão de limpar cada gota de meu leite e, quando terminou, abriu a boca para mostrar vestígios de porra em sua língua, e depois me deu um sorriso inesquecível, com meu gozo espalhado em partes de seus dentes. Se o objetivo dela era marcar minha vida, definitivamente ela conseguiu.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O dia que tracei a mineirinha

A protagonista de hoje, atende pelo apelido de Nâna, uma mineirinha casadinha, liberal e muito gostosa. Eu a conheci na época do Orkut (sim, há muito tempo eu queria transar com ela), ela só tinha um defeito, era torcedora fanática do Atlético Mineiro, eu coo bom corintiano, sempre discutia com ela por causa de futebol. curto

Num belo dia, o Corinthians iria jogar em Minas Gerais contra o Atlético Mineiro, meus amigos me convidaram para ir, e eu conversando com a Nâna através do whatsapp falei que ia, foi quando ela disse que também estaria no estádio, a gente nunca havia se visto pessoalmente, foi quando eu tive a ideia, vamos assistir o jogo juntos, a gente fica nas cadeiras que é mais tranquilo, e enquanto assiste o jogo, vai conversando e se conhecendo melhor, ela topou.

Chegado o dia, marquei com ela em frente ao Mineirão, ao chegar, ela estava lá, a gente se cumprimentou com um beijo (no rosto), ela estava deliciosa, com um shorts curto, camiseta do galo mineiro, eu já estava mais formal, calça jeans e camiseta sem identificação de time de futebol, afinal, eu não sabia qual lugar ela iria escolher para sentar.

Começamos a assistir o jogo, a cada lance ela se levantava da cadeira, eu admirava aquela bunda redondinha e pensava comigo “tenho que comer esta bundinha hoje”; em alguns momentos eu fingindo ter curtido algum lance do jogo (na verdade, eu não tava nem ai pro jogo), colocava a mão naquelas pernas grossas para comentar com ela, numa destas oportunidades, eu deslizei a mão dela por entre as coxas e passei sobre a xaninha dela, ela me olhou e disse “uai, você tá muito safado”, eu me desculpei, e ela disse: 

“Deixa de ser bobo homem, eu gosto deste trem também, desde que continue sendo discreto”; daí que eu não assisti mais jogo algum mesmo, ficava disfarçadamente, acariciando aquela bucetinha  que pulsava a cada passada de mão.

De repente, gol do Atlético Mineiro, ela comemorou e eu aproveitei e lhe dei um beijo na boca (surreal, eu estava feliz com um gol contra o meu time), logo depois, o Corinthians empatou e assim terminou o jogo. 

Na saída o estádio eu perguntei se ela já iria embora, ela disse que não, pois, participaria de um programa de televisão em Belo Horizonte na segunda-feira e então ficaria no hotel, neste momento meu pau deu uma pulsada na cueca como que dizendo “vai mano, esta é a hora”, eu perguntei se ela estava sozinha no hotel, ela disse que sim, eu me convidei para ir ate lá, com a desculpa de que meu ônibus ara São Paulo só sairia à noite, ela concordou.

Quando chegamos no hotel, ela disse que tomaria um banho e falou que eu poderia ficar à vontade, ela entrou no banheiro, eu comecei a ouvir o barulho do chuveiro, eu tava louco de tesão de imaginar que ela estava ali, pertinho de mim e peladinha, levantei-me, fui até o banheiro, a porta estava destrancada (nãos ei se por descuido dela ou por conveniência, mas, e dai?), entrei, pude ver por entre a porta do box, aquele corpo gostoso, aquela bundinha redondinha, resolvi me arriscar, tirei minha roupa, fiquei pela, abri o box bem devagar, ela estava se ensaboando e nem percebeu, agarrei-a por trás e disse: “Quer ajuda meu tesão?” Neste momento meu pau duro roçou naquela bundinha redondinha, ela jogou a cabeça para trás e balbuciou: “Será que eu dou conta de mais de três anos de tesão em atraso?”, eu disse que podíamos tentar; eu agarrei ela mais forte, coloquei a mão em seus peitos e comecei a roçar meu cacete naquela bundinha gostosa, ela se virou de frente pra mim, demos um beijo bem gostoso e ela foi descendo beijando meu pescoço, minha barriga e se ajoelhou e começou a chupar meu pau, eu segurava e puxava seus cabelos enquanto ela engolia minha pica toda, ela chupou tão deliciosamente que gozei em sua boca enchendo a mesma e porra, neste momento eu a levantei, dei uns beijos e algumas mordidinhas em seu peito e desci, comecei a chupar a sua bucetinha até que a mesma ficou com as pernas bambas de tanto tesão, então a peguei no colo e tirei a mesma do banheiro, jogando-a na cama, deitei em cima dela e comecei a morder seus lábios enquanto a beijava, foi nesse momento que eu peguei as fronhas dos dois travesseiros e amarrei seus braços, um de cada lado, no gradil da cama, peguei duas toalhas que ali estavam e fiz o mesmo com suas pernas abertas, ela de braços e pernas abertas, pelada a minha mercê, comecei a chupar sua bucetinha, lambia bem gostoso seu grelo, enfiava o dedo no seu cu e ela gemia de prazer e me pedia para penetrá-la, e eu dizia “cala a boca, vou te comer quando eu quiser”, eu sabia que isso a excitava mais ainda, pois, eu percebia pelo pulsar de sua bucetinha encharcada; subi beijando sua barriguinha, comecei a chupar seus peitos e a roçar meu pau na entrada de sua bucetinha, ela meio que tentava se levantar para que o pau encaixasse, mas, como estava amarrada, eu só a torturava (de um jeito bom de se fazer), neste momento ela me xingou “seu filho da puta, mete logo este trem uai, já gozei duas vezes aqui sô”, mas, eu adoro judiar, sentei-me sobre seus peitos e comecei a bater com meu pau duro em sua cara, ela gemia e dizia que estava adorando tudo aquilo, perguntei se queria ser desamarrada, e ela, entrando no jogo disse “você é quem manda meu mestre”, desci roçando o pau em seus peitos, em sua barriga, e ao chegar perto de sua bucetinha, enfiei com força, ela gemeu alto, comecei a bombar bem forte, ela gozou, gritava mais e eu bombando bem forte, enterrando todo o meu pau naquela bucetinha, enquanto socava meu pau, comecei a mordiscar seus peitos, beijar seu pescoço e gozei dentro daquela buceta gostosa e úmida, ela também gozou novamente, desamarrei-a e disse que queria comer seu cuzinho, ela adorou a ideia, virou-se de bruços, eu pude ver aquela bundinha redondinha com aquele cuzinho rosado se oferecendo para mim, dei um beijo naquele cuzinho, comecei a roçar meu pai que estava todo melado, na porta do cuzinho, até que enfiei com força, ela soltou um grito num misto de dor e prazer, agarrei em seus cabelos, socando o pau em seu cu, puxando-a pelos cabelos, com a outra mão, dava-lhe tapas na bunda, não demorou para gozarmos novamente. Terminado tudo, fomos tomar um banho e mesmo exaustos, trocamos carícias e beijos embaixo do chuveiro.

Naquela noite eu dormi no hotel dela, no outro dia, acordei, vim embora para Sorocaba, mas ainda nos correspondemos até hoje e, sonhamos com o dia em que vamos repetir tudo isso

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Ela parecia ser hétero, mas, as aparências enganam


Ela se chamava Ariane, tinha 17 anos, muitos diziam que ela era nova demais para saber o que queria da vida, mas, ela decidiu se assumir como lesbica e estava muito dedidica disso. Ela era uma menina experiente com mulheres, apesar da pouca idade, e tinhaum tesão incontrolável por garotinhas. 

Ela tinha 1,67 de altura, cabelos loiros seios grandes e uma bunda proporcional àquele corpinho delicioso, mesmo sendo bem magrinha fazia sucesso entre outras lesbicas e, era muito esejada pelos homens, mas, não era a praia dela. 

Aqui eu vou descrever a primeira vez dela com uma amiga que ate então ela jurava que era hetero! Yasmin tinha 16 anos, era morena e baixinha, tinha 1,59 com coxas e bundas fartas e os seios bem durinhos. 

Bem, um dia Yasmin perguntou se podia dormir na casa de Ariane após uma festa que ambas iriam, Ariane é claro, ja com segundas intenções, disse que não havia problema algum

Após a festa, ambas estavam muito bebadas e, voltaram para a casa de Ariane, Yasmin ja chegou morrendo de calor e perguntou se havia algum inconveniente em tirar as roupas, Ariane disse que tudo bem e que Yasmin ficasse à vontade. 

Ariane deitou-se na cama, era uma cama de casal no quarto, foi quano Yasmin deitou-se a seu lado, começaram a “brincar” na cama (coisa de adolescente... sei), e Ariane percebeu que Yasmin estava eufórica com a brincadeira, o,  então, começou a provoca-la, começaram a falar sobre beijos e, se a fama de que Yasmin beijava bem, era real, foi quando Yasmin disse que Ariane só saberia se provasse, e então Ariane se inclinou sobre ela e deu-lhe um beijo. 

Depois disso parece que Yasmin ficou com mais fogo, começaram a se beijar loucamente a xota de Ariane ja pulsava por desejo daquela garota gostosa semi nua em sua frente, foi quando Ariane tirou as roupas e começou a passar seus dedos levemente na xoxota de Yasmin, a mesma estava incharcada e então Ariane começou a enfiar um dedo por vez em sua xaninha carnuda, enquanto chupava seus seios e Yasmin gemia baixinho.

Ariane aumentou o ritmo e começou a meter loucamente seus dedos na xainha de Yasmin e ela gemia alto, então Ariane parou e pegou seu vibrador, começou a enfiar nela enquanto lambia seu cuzinho e ela gritava de prazer, logo em seguida comeou a introduzirr o vibrador em seu cuzinho enquanto chupava sem parar sua xota molhadinha, em movimentos que faziam ela revirar os olhos de prazer e pedir pra que Ariane não parasse nunca, Yasmin dava sinais de que iria gozar, Ariane continuou chupando, foi quando Yasmin gozou em sua boca, ela lambeu tudo aquilo com muito prazer enquanto se tocava e a chupava mais, ela gozou mais duas vezes e disse que agora era sua vez dela dar prazer a Ariane; então começou a enfiar o vibrador na xaninha de Ariane, enquanto chupava os bios de seus peitos, era dificila para Ariane explicar o quanto Yasmin, que se dizia hetero tinha experiência!! Ela fazia movimentos absurdos com sua lingua e então começou a  chupar loucamente, até que Ariane gozou também, mas Yasmin não parava enquanto Ariane se contorcia de prazer e gritava de desejo! Então depois as duas começaram a masturbar uma a outra e gozaram juntas pela ultma vez naquela noite.

Yasmin dorme pelo menos duas ou três vezes por mês na casa de Ariane, e a cada transa, ambas gozam muito mais loucamente. Basta ambas se encontrarem, ainda que seja na rua, e as bucetinhas de ambas ficam pulsando de tesão…

O dia em que a Japinha Deu pra passar

Eis que, aquele professor de faculdade, um rapaz negro, de estatura alta e de educação invejável tinha vários alunos,  os homens o respeitavam e as alunas, algumas muito gostosas por sinal, o admiravam muito como professor e como homem, ele nunca deu em cima ou cedeu a cantada de nenhuma delas… mas toda regra tem uma exceção…naquela turma, havia uma japonesinha de tirar o folego e o sono de qualquer homem; aqui ela será tratada apenas como Jack, ela ia sempre para a aula com uma saia curta e provocante e, para piorar a situação, sentava bem na frente, ficava praticamente a meio metro da mesa do professor.

Um certo dia, ele estava voltando da secretaria e esbarrou com a japinha no corredor e sem querer falou alto:

”Ah Jack, qualquer dia eu te pego de jeito!”

Ela muito safadinha  olhou pra ele e perguntou: 

”O que o Sr. disse professor?"

Ele muito cara de pau respondeu:

”Qualquer dia eu te pego de jeito.."

Ela riu e saiu rebolando.

Passado um mes mais ou menos, chegou a semana das provas e ela, e outros alunos foram muito mau na matéria, e o professor teve que marcar uma prova de recuperação, a qual teria que ser no sabado e era a oportunidade que ele estava esperando, pois, a faculdade estaria mais vazia.

Chegou o dia, os alunos iam fazendo as provas e iam saindo e ele torcendo para que a japinha ficasse por ultima na sala, e deu certo, ficaram só os dois (ele achava que ela meio que fez isso de propósito, mas e daí?). Então ele se aproximou da carteira em que ela estava e perguntou: 

”Alguma duvida aí, Jack?” 

Ela olhou para ele e acabou reparando que o mesmo estava de pau duro, pois, era impossivel não perceber, já que, havia um grande volume nas calças, que qualquer um notaria, e respondeu: 

”Na verdadeacho que vou reprovar esse semestre, tô com muitas duvidas!!!!". 

Então ele, como um mestre prestativo, disse a ela: 

”Eu posso te ajudar, se você fizer aquilo que eu pedir!!" 

Ela perguntou: 

"Tudo o que?"

Foi quando o professor trancou a porta da sala, se aproximou da japinha e roçou o pau em seu ombro, ela se arrepiou toda…

”Aiii professor, eu tenho namorado!! O que ele vai pensar de mim?” 

Neste momento, ele disse:

”Mas ele nunca ficará sabendo, sso será um segredo só nosso!"

Ela olhou para ele com aquela  cara de safadinha e disse: 

"O que eu tenho de fazer?" 

O professor perguntou:

"Você curte chupar um pirulito?" 

Ela respondeu:

"Depende do sabor, de chocolate eu nunca experimentei, deve ser gostoso"

O professor todo excitado disse:

"Então hoje você vai experimentar,,"

Foi quando este tirou o pau pra fora da calça, ela se assustou com o tamanho…

”Nooosssa professor é muito grande e grossso!!"

Ele colocou a mãozinha dela em seu pau e, ela começou a acaricia-lo, sentindo ele ficar cada vez mais duro…

”Como é duro professor!"

Então ele começou a passar a cabeçona dele nos lábios dela até que a safadinha nun aguentou e começou a mamar nele feito uma louca, passava a lingua na cabeça dele e gemia feito uma putinha, o professor não resistiu e coloquei ela de quatro em cima da mesa. começou a chupar sua xoxotinha, ela se contorcia feito uma cobra, pedindo pra ele enfiar a lingua todinha na bucetinha dela. Ele colocou ela em pé, encostada na mesa, com o rabinho bem empinadinho, pediu pra ela segurar firme na mesa que ia foder sua bucetinha bem gostoso, ela obedeceu e se enpinou todinha então disse:

”Vem Negão fode tua japonesinha,fode!!!”

"Vou foder sim, minha japa tesudinha“

Neste momento, ele começou a roçar sua rola negra naquela xoxotinha e ela gemia feito uma éguinha esperando seu cavalão negro. Ele segurou seus cabelos e foi colocando a rola bem devagarinho, ela gemia, rebolava e dizia:

"Aiiiiii, vai me arrombar toda seu safado!, Que gostoso, fode tua jaonesinha toda, fode! Fode minha xoxotinha, arregaça ela com esta pica deliciosa!”

Ele ficou doido de tesão, enterrou a rola todinha naquela xoxotinha apertada, fazendo ela soltar uns gritinhos de dor e tesão ao mesmo tempo. Encostou ela na parede com as pernas na cintura dele, pediu que ela segurasse em seu pescoço e transou com ela, carregando-a em seus braços, deixando-a suspensa no ar, subindo e descendo em sua rola, a qual estava cravada deliciosamente em sua xoxotinha, ela se contorcia doidinha de tesão,e dizia:

”Aiiii,que pica deliciosa a tua, meu negão, minha bucetinha será tua todo dia”.

Ele a deitou na mesa, foi quando a japinha veio por cima e começou a beijá-lo roçando o grelinho na cabeça do seu pau, lambuzando a cabeça dele todo, então ela foi descendo e se encaixando nele, cavalgando feito uma louca, subindo e descendo nele, foi quando o professor falou:

”Viu como você aprende rápido, minha dedicada aluninha?”

Ela disse:

”Preciso de mais umas aulas com você, quero ter aula todo dia, quero dar pra você todo dia professor” 

Foi quando ele completou:

”Quero e vou foder você todo dia minha japinha tesudinha”

Por fim, o mesmo gozou dentro dela enchendo a xoxotinha da mesma de porra, ela se deitou a seu lado, ele gozou mais um pouco, desta vez, em cima dela lambuzando-a todinha com seu leite, descansaram um pouco, pois, ambos estavam exaustos, após isso, subiram para o vestiário, tomaram um gostoso e relaxante banho juntos, porém, esgotados, ficaram apenas os beijos…

As transas se repetiram muitas outras vezes e, acreditem, a Jack terminou o namoro...

domingo, 4 de dezembro de 2016

A bella loirinha

Era noite de sábado, o show foi muito bom, o baixista da banda, como sempre estava transpirando muito, pois, tocar um baixo rabecão não é fácil, segurar o baixo e manter a intensidade do som (ele toca em uma banda de psychobilly), após o show, cervejas no camarim, algumas admiradoras (Maria palheta, Maria baqueta, groupies), eis que o baixista diz “cara to suadão, vou tomar um banho antes de ir embora”....

Ele foi ao banheiro, um banheiro timido, mas uma das raras casas noturnas que oferece camarim a bandas independentes e iniciantes, então o banheiro timido está ótimo, era só pra tirar o suor, abriu o chuveiro, de repente um vulto no banheiro, ele imaginou que fosse alguém da banda e já foi dizendo “se vier zuar ta fudido”, mas, ninguém respondeu, ele continuou seu banho, de repente o box se abre, era uma loirinha deliciosa, muito bella, peitos durinhos, xaninha lisinha, pelada na frente dele dizendo “posso te acompanhar no banho?”, na hora ele ficou meio sem ação, antes que pudesse dar alguma resposta, a loirinha misteriosa o agarrou, deu-lhe um beijo e começou a arranhar suas costas, ele foi ficando excitado, ela percebendo que ele estava de pau duro, abaixou-se, esfregando o corpo dela no dele, quando ele sentiu aqueles peitinhos durinhos roçando seu pau, ele viu que não tinha mais jeito, ele teria (como se fosse sacrificio) que transar com aquela loirinha, ela começou a chupar seu pau, lambia a cabecinha, lambia as bolas, enfiava ele todo na boca, ele gemia a cada chupada, porém se lembrou que estava num box de um camarim e que o restante da banda estava na sala ao lado, comentou com a loirinha que ali não era o lugar, alguém da banda poderia entrar, ela disse “relaxe, os caras da banda foram lá para o bar, e eu coloquei um papel  escrito NÃO PERTURBE, na porta do banheiro”, neste momento ele pensou “quer saber? Ta no inferno, abraça o capeta”, e começou a segurar naquele cabelo loiro e entrelaçando seus dedos puxava a cabeça da loira, controlando os movimentos de vai e vem enquanto ela chupava, em dado momento ela se levanta, põe a mão do baixista em sua vagina e diz “olha como estou com tesão, me fode gostoso”, neste momento, ele levanta a perna direita dela, pede para que ela agarre seu pescoço, segura sua perna esquerda, a levanta e em pé, carregando-a, encaixa seu cacete naquela xaninha apertada e molhadinha, bastaram algumas estocadas e a loira jã gritava de tesão, neste momento, o baixista a colocou em pé de costas para ele, a água do chuveiro caindo sobre ambos, ele começou a esfregar a cabeça de seu pau naquela bundinha branca linda, ele dá um beijo carinhoso naquele cuzinho rosado, coloca o lubrificante natural nela (cuspe), esfrega a cabecinha de seu pau, que estava toda melada, no cuzinho dela e sentindo aquele cuzinho rosado, ele coloca o pau bem devagar nela, enquanto a segura pelos cabelos, dá tapas em sua bunda, da tapas em sua xaninha,, a loirinha geme e treme a cada estocada daquele pau duro em seu cuzinho, ambos gozam, terminam o banho e se enxugam.

Ao sair do box, a loirinha diz “putz, minhas amigas foram embora, to fudida, não tem mais ônibus a esta hora”; o baixista nesta hora banca o cavalheiro e oferece carona a ela (não é certo deixar uma dama ir embora sozinha aquela hora, e ele também queria meter mais um pouco naquela xaninha gostosa), ela aceita, antes passam em uma lanchonete, comem algo, ele olha para ela e diz “sabe que to afim de transar com você de novo”, ela diz “demoro, eu também quero”, e ambos saem da lanchonete e vão para a casa do baixista, lá ele a joga a cama, a possue de várias formas e maneiras, ambos gozam muitas vezes, ele fica extenuado, sugere que ela durma ali, porém, ela diz que sua mãe ficaria preocupada, afinal, ela tem 19 anos, mas, ainda depende da mãe, neste momento, com as pernas tremulas de tanto gozar, o baixista diz “ok, te levo embora, onde você mora??”, quando ela diz o bairro, ele pensa (mas não diz) “puta que o pariu, mora longe ein fia”, porém cumprindo a missão de ser um cavalheiro, a leva embora, entre um kilometro e outro andado, ele pega na xaninha dela, ela pega no pau dele, e o inevitável acontece, ela se abaixa e começa a fazer um boquete nele dentro do carro, e ele que já estava com a perna bamba pelas gozadas, goza novamente naquela boquinha macia, ela bebe todo o gozo, lambe seu pau, guarda-o.

Finalmente ele chega na casa dela, a deixa, ela dá seu numero de telefone a ele e diz “quando quiser repetir, me liga, ou então, você já sabe onde eu moro”, ele pensa “caraça, eu acho que vou demorar um pouco para querer transar de novo”, volta para a casa e dorme feito uma pedra, no domingo acorda, toma seu café e pensa “puta que o pariu, eu tenho que comer esta loirinha de novo, que delicia”.