Amigos e amigas, a personagem principal deste conto não é
uma menina qualquer. Venho apresentar-lhes minha deliciosa e Bella
bailarina, loira com cabelos longos e lisos, de estatura baixa, magrinha, porém,
com um corpo bem torneado, merecendo destaque especial seus seios deliciosos e
sua bundinha redondinha e arrebitada, graças aos longos anos dedicados à
sua arte, tem uma voz suave e um jeito sapeca, embora o jeito angelical, na
cama é um demônio. Seus seios são um chamariz e tanto, ela abusa dos decotes,
especialmente em fotos postadas nas redes sociais.
Conheci essa pequena delícia quando estive em Brasília, eu
fui para lá para fazer um curso de aperfeiçoamento, curso este que duraria duas
semanas e o pouco tempo livre que eu tinha aproveitava para conhecer a noite da
cidade. Como todo bom turista, numa destas noites, fui até o Lago Paranoá, fui
mais para conhecer mesmo.
Enquanto eu tomava umas cervejas, eis que me passa uma
loirinha toda sorridente usando um jeans colado, camiseta brancabota e chapéu
de couro passaram por mim sorridentes, e fui obrigado a dizer alguns gracejos.
As três olharam e demonstraram apreço por meu galanteio com sotaque carioca, e
uma delas, lo e uma discreta maquiagem, logo que a vi, despertou um desejo
selvagem em mim e no meu amiguinho cabeçudo (se é que vocês me entendem), fui
atrás da mocinha, sem pensar duas vezes.
Me apresentei, trocamos um papo, eu disse que estava ali à
trabalho e queria saber se ela me indicaria algum lugar legal onde eu poderia
leva-la para passear, ela sorriu, disse que era casada, eu fiquei constrangido,
pedi desculpas, mas ela disse que adorava meu estilo, disse que sempre curtiu
homens de topetes e jaquetas de couro, passamos a nos elogiarmos mutuamente e,
ficou claro que não ficaríamos só naquele papo. Mas antes de atacar a gatinha,
perguntei sua idade, afinal seu rosto e sua altura nem de longe revelavam suas
vinte e quatro primaveras. Completamente dentro da lei, puxei aquela delicinha
pela cintura e tasquei um beijo vigoroso em seus lábios, extraindo profundamente
seu aroma de morango do brilho labial.
Ousada, ela apertou minha bunda e mostrou que não estava
para brincadeira, e eu já procurei um local aonde pudesse levar a loirinha
e conhecer melhor seus encantos. Apertei sua bunda guardada na calça jeans e me
impressionei com a dureza do local, pura musculatura! Viciei rapidamente em
apertar forte aquele rabo, e a mocinha correspondia aos meus apertões com
gemidinhos e mordidas em minha orelha. Minha piroca já pulsava frenética dentro
da roupa, e a loirinha percebeu, colocando suas mãos sobre o volume da minha
calça e dizendo que eu era “um rockeiro crescidinho”.
Tudo parecia sugerir que em poucos instantes minha piroca
nervosa estaria cutucando aquela bucetinha linda da loirinha, talvez encostados
em uma árvore das redondezas ou jogados em um matagal qualquer, porém, ela
tinha uma surpresa para revelar: se eu quisesse algo com ela, teria que esperar
acabar o espetáculo, pois, ela estava indo para um teatro, onde faria uma
apresentação de dança que começaria em 25 minutos. Fala sério! Eu não iria
ficar esperando quase duas horas por ela, ainda mais tendo que assistir balé,
nada contra a arte, mas, não faz meu estilo. Disse para ela que não iria rolar,
mas que poderíamos trocar telefones e nos encontrar depois (ou seja, fudeu, não
ia rolar nunca).
Ela fez uma carinha triste e disse que tinha gostado de
mim, que realmente queria ir mais além comigo naquela noite. Então pedi que ela
me desse um motivo bem convincente para lhe esperar. A mocinha abriu um sorriso
enorme e me puxou pela mão até atrás de uma moita, local escuro e vazio, onde
ela se abaixou diante de mim, olhou nos meus olhos, abriu um sorriso e mandou
eu colocar meu pra fora. Como assim? Rápido e direto desse jeito? Apaixonei!
Abri o zíper e deixei o meninão
cabeçudo saltar animado para fora, diante da face da loira, que imediatamente
pegou no mastro e iniciou uma apaixonante punheta, destilando elogios baratos
às dimensões do meu cacete, suas mãos acariciavam meu cacete, a visão daqueles
pequenos dedos branquinhos se esforçando para segurar minha pica morena era
algo que eu não esquecerei jamais. Sugeri que ela usasse as duas mãos, e assim
ela o fez, masturbando-me com as duas mãos em uma sincronia quase profissional.
Sua habilidade para a punheta era ímpar, mas eu queria
mesmo era sentir aquela boquinha tesuda abocanhar o cacete e me levar ao
delírio, mas apesar de manusear o instrumento bem próximo ao seu rosto e dar
algumas linguadas e beijinhos molhados na cabeça do menino, a bailarina
safadinha não colocava o menino na boca. E que punheta fantástica era aquela?.
A sensação da punheta somada à visão daquele sorriso e seu decote só poderiam resultar em uma
coisa: gozo.
Não tive nem tempo de pegar sua cabeça para lhe forçar a
abocanhar minha pica ejaculante antes que minha essência sexual fosse lançada
na atmosfera. Simplesmente fui dominado por um prazer visceral, que se traduziu
em um prazer intenso espalhado por todo o meu corpo, culminando em pulsações
desenfreadas de minha piroca e uma gozada viril, intensa, cujo primeiro jato de
porra foi lançado a alguns metros de distância, e os restantes caíram um pouco
mais próximos. A bailarina safadinha não conseguiu engolir o primeiro jato, mas
depois, limpou meu pau, se deliciando com a porra escorrendo por sua garganta,
enquanto me encarava com carinha de quero mais, eu disse, nossa, levanta aí,
abaixa esta calça, deixa eu colocar o cacete nesta sua bundinha gostosa, ela me
respondeu
”Claro que não, se eu contar o final do
filme no trailer, por que você iria esperar pra ver o resto? Vai me esperar ou não?“
Eu disse: “Se
não for propaganda enganosa…”
Bailarina: “Sua única opção, rockeiro, é esperar para
ver…” –
Ela se levantou e saiu, rebolando sua deliciosa bundinha e me
mandando um beijo assoprado de longe, acompanhado de um lindo sorriso. Safadinha!
Me seduziu o suficiente para eu manter minha palavra, e de quebra atiçou o meu
tesão e minha curiosidade para o que ela poderia me oferecer em termos sexuais
Assisti pacientemente ao espetáculo de dança, mas a música
pouco afetava minha concentração nos movimentos da bailarina loira. Que
flexibilidade! Que movimentos precisos! Que graciosidade ao dançar! A orquestra
tocava vários clássicos, mas eu nem ligava, só via e ouvia o suave movimento da
bailarina loira, nem me importava com as outras bailarinas. Aliás, que outras
bailarinas? Eu só conseguia ver aquela doce loirinha à minha frente, eu queria
mesmo era chegar mais próximo do palco, eu estava praticamente babando ao ver
sua prexequinha inchada espremida naquele collant rosa por baixo daquela saia.
Quando finalmente acabou o espetáculo, ela fez um sinal
para mim lá do palco, dizendo para eu me aproximar do palco, ao me aproximar,
fiquei ainda mais excitado ao ver aquela delicinha toda suada, ela me disse
para esperar só mais um pouco, até ela tomar um banho e se trocar. Negativo,
respondi a ela que queria degustar dela daquele jeito mesmo, in natura, até
fedida se fosse o caso, mas eu não aguentaria esperar nem mais um segundo.
Então ela correu até a coxia (que bunda linda naquele collant colado) e voltou
com sua bolsa pendurada no ombro, dizendo que a partir daquele momento, ela era
minha até as 5 da manhã, quando ela deveria estar em casa.
Como o relógio já marcava mais de 2 da manhã, peguei a
loirinha pela mão, entramos no meu carro e partimos rapidamente até o hotel,
que ficava a menos de duas quadras dali. O tesão em mim era incontrolável, não
via a hora de chegar no hotel, minha pica dura roçava na calça, ela percebeu e
começoua acariciar enquanto eu dirigia.
Quando chegamos no quarto do hotel, a delicinha fugiu dos
meus braços e correu para o banheiro, me deixando como única opção tirar a
roupa, deitar na cama e esperar por ela com a piroca armada. Ao abrir a porta,
ela apareceu somente de calcinha, com os cabelos loiros soltos sobre seus
ombros, e aqueles peitinhos com bicos vermelhos deliciosamente empinados, a me
convidar para uma chupada vigorosa. Ela caminhou lentamente na minha direção,
dizendo que minha piroca estava ainda maior, e perguntando se eu estava
preparado para o espetáculo. Que delícia de mulher safada e confiante, tinha
plena noção de que suas habilidades sexuais jamais sairiam da minha memória.
Levantei da cama e fui em sua direção,
dei-lhe um beijo, comecei a morder seu pescoço e coloquei a mão por dentro da
sua calcinha, senti sua bucetinha toda encharcada ela encostou na parede de costas para mim,
lançou a perna direita para o alto e fez um tipo de arabesque (que
consiste no movimento aonde a bailarina joga a perna para o alto, apontando os
pés para o céu com a coluna curvada e a mão segurando o pé), revelando em
detalhes sua deliciosa buceta, absolutamente carnuda, guardada pela
calcinha de cor creme. Sua bunda branquinha era visualmente espetacular, e
em minha cabeça eu só conseguia me imaginar dando tapas ali até deixar tudo bem
vermelho.
Fiquei literalmente congelado após o movimento da
bailarina, e quando me recuperei do choque, tentei me aproximar, mas ela baixou
a perna e me bloqueou enquanto sorria, dizendo que ainda não era a hora. Em
seguida ela apoiou as costas na parede, jogou a perna esquerda totalmente
esticada para cima, fazendo sua volumosa buceta ficar ainda mais evidente.
Minha piroca estava tão rígida e pulsante que eu poderia engravidar
um muro de concreto, e a bailarina continuava a me provocar, dizendo
para só observar, enquanto ela graciosamente se tocava, fazendo seu mel
lentamente irrigar o tecido da calcinha. Bem que tentei fazer conforme ela
falou, mas meu autocontrole deve ter saído de férias.
Em um gesto rápido, enterrei os dedos ao redor da
calcinha, puxando-a e rasgando-a em um só golpe. A bailarina safadinha
arregalou os olhos e tentou baixar a perna, mas era tarde, a distância entre
nossos corpos era pequena em demasia, então logo sua perna já estava
pressionada pelo meu peitoral naquela posição magnífica, e minha piroca
apontando decidida para sua bucetinha Peguei a loirinha pelo pescoço com as
duas mãos, e ela se entregou ao meu domínio, só pedindo para eu meter gostoso.
Mantive uma das mãos em seu pescoço e, com a outra,
pincelei o mastro entre os grandes lábios volumosos daquela bucetinha rosada e
depilada, vendo a cabeça do meu cacete se revestir com o néctar viscoso da
safadinha. Logo em seguida, posicionei o instrumento e introduzi lentamente o
pau na loirinha, até a metade, praticamente delirando ao comer pela primeira
vez uma mocinha tão flexível, e também me impressionando como sua buceta ficava
apertada naquela posição. Que tesão era começar o vai-e-vem olhando para aquela
loirinha sapeca, que alternava gemidos com sorrisos para mim, já ficando com o rosto vermelho
diante da sensação de ser invadida por minha piroca.
Eu sabia que ela aguentaria pouco tempo naquela situação,
mesmo sendo especialista em flexibilidade, então pressionei mais a mocinha
contra a parede, induzindo minha bailarina safadinha a propor outra posição.
Qual? Um franguinho assado em pé, que espetáculo! Me afastei e deixei ela se
posicionar com as pernas ao redor do meu corpo, apoiando-a pela deliciosas
nádegas com minhas mãos, e preparando uma nova inserção de meu pau em sua
xaninha deliciosa. Pedi por mais ousadia, e ela acatou, deixando suas
panturrilhas pressionando meu peitoral e os joelhos colados em seus
deliciosos seios. Enterrei a piroca na sua buceta enquanto a pressionava forte
contra a parede. Ela cravou os dedos em meus braços e enfim relaxou, apoiada
por minhas mãos e violada no seu íntimo mais remoto por minha piroca latejante.
Senti que sua xaninha pingava de tesão, dando-me liberdade
para socar o membro com violência no interior da bailarina. Abusando da minha
força nos braços ao segurar a loira, forcei minha masculinidade sem dó na
safada, que gemia alto e abusava das caras de tesão, ciente de que meus olhos
estavam focados nos seus. Ela implorou por meu beijo, e mediante o toque úmido
de nossos lábios e a inserção profunda de minha rola intrépida em seu íntimo, a
bailarina gozou, desfazendo-se em espasmos e gemidos baixinhos enquanto me
beijava.
“Devagar gato, devagar, assim.”
– Ela sussurrou em meu ouvido enquanto trocávamos de posição, deixando que suas
pernas cansadas baixassem até me envolverem ao redor de meus quadris. Mantive o
apoio sob sua deliciosa bundinha, indo e vindo devagar dentro de sua
intimidade, ao mesmo tempo em que ela gemia bem baixinho ao pé do meu ouvido,
quase como uma gata ronronando.
Voltamos a nos beijar, e eu voltei a acelerar o ritmo,
fazendo a deliciosa loirinha arranhar levemente meu pescoço. Bem que eu queria
continuar naquela posição, mas meus braços e pernas queimavam, então
transportei gentilmente a delícia até a cama, deitando nossos corpos sem
desengatar meu pau de sua buceta. Deitados em um legítimo papai-e-mamãe, sem
deixar que os beijos parassem por um segundo sequer, movimentei meu quadril de
forma circular, fazendo com que minha piroca tocasse em cada milímetro do
interior da mocinha, que passava a mão por toda a extensão das minhas costas e
apertava minha bunda para finalizar.
Logo a bailarina fez-se valer de sua flexibilidade,
abrindo as pernas em uma abertura zero de respeito, enquanto eu levantei meu
tronco e me apoiei nos braços, visualizando a cena da minha grossa piroca
entrando naquela buceta espetacular, deliciosamente arreganhada pela posição da
bailarina. Olhei no rosto da menina e disse que ela era incrível, e ela sorriu,
satisfeita por me encantar com suas habilidades ímpares para apimentar a
trepada. E para deixar a cena mais deliciosa, eu fazia questão de puxar o pau
quase todo para fora, deixando só a cabeça escondida, e depois enterrar tudo de
uma vez, até ouvir o estalo do meu saco encontrando a bundinha da moça.
Então tirei o cacete de uma vez, e me levantei da posição,
mas ordenei que a doce bailarina continuasse como estava. Eu iria cair de boca
naquela xota disposta em abertura zero das pernas da loira, mas confesso que a
cena era tão linda que me paralisou por uns instantes, então, boquiaberto senti
minha piroca vibrar selvagem, um espetáculo. Enfim sob controle de minhas
atitudes, mergulhei diretamente naquela linda bucetinha, abusando da minha
técnica de cunnilingus, não descansando até ver a bailarina mergulhar em outro
orgasmo, discreto no início, mas intenso quando se misturou a outro orgasmo em
sequência.
Estupefata com minha habilidade, a bailarina disse que
fazia questão de me recompensar, ainda que estivéssemos já avançados no
horário. Sua ordem foi para que eu me deitasse na cama e relaxasse, pois, agora
era só com ela. Quando ela começou a me punhetar, lembrei imediatamente de
momentos antes, aonde ela me fizera gozar apenas com o toque aveludado de suas
pequenas mãos em meu monstro vascularizado. Delirei ao sentir que ela me
masturbava ainda com mais técnica, e ela fez questão de cuspir na pica para
deslizar as mãos com mais facilidade. Nem eu me punhetava tão bem.
Só que dessa vez ela não iria escapar de abocanhar meu pau,
então a peguei pelos cabelos e trouxe sua boquinha de encontro ao meninão, sem
qualquer resistência por parte dela. Foi um boquete único, ela chupava só a
cabeça, babando sem dó e deixando sua saliva doce escorrer pelo pau, e com as
duas mãos, ela fazia uma espécie de massagem na piroca; enquanto uma mão subia
no sentido pélvis-glande, a outra descia no sentido oposto, e vez ou outra ela
descia as duas mãos até a pélvis e engolia meia pica. Absurdo!
Explodi em uma gozada voraz, urrando como um dinossauro e
fazendo porra jorrar da minha piroca fervilhante, direto na boca da bailarina.
E quem disse que ela parou por aí? Ela continuou seu movimento exclusivo, só
que agora além de baba, escorriam resíduos de minha porra na superfície da
pica, que em seguida também escorriam pela mão da safadinha, que apenas tirou a
boca do meu pau para dizer que queria mais leite.
O desejo dela foi uma ordem, e dentro de poucos instantes
emergiu uma gozada mais intensa de meu íntimo, fazendo minha piroca pulsar em
ritmo frenético, e meu corpo inteiro se retorcer em fortes espasmos. Uma
delícia! E enquanto minha pica morria com dignidade após tal combinação voraz
de boquete e punheta, a bailarina loira fez questão de limpar cada gota de meu
leite e, quando terminou, abriu a boca para mostrar vestígios de porra em sua
língua, e depois me deu um sorriso inesquecível, com meu gozo espalhado em
partes de seus dentes. Se o objetivo dela era marcar minha vida, definitivamente
ela conseguiu.
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