sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A bailarina loirinha

Amigos e amigas, a personagem principal deste conto não é uma menina qualquer. Venho apresentar-lhes minha deliciosa e Bella bailarina, loira com cabelos longos e lisos, de estatura baixa, magrinha, porém, com um corpo bem torneado, merecendo destaque especial seus seios deliciosos e sua bundinha redondinha e arrebitada, graças aos longos anos dedicados à sua arte, tem uma voz suave e um jeito sapeca, embora o jeito angelical, na cama é um demônio. Seus seios são um chamariz e tanto, ela abusa dos decotes, especialmente em fotos postadas nas redes sociais.

Conheci essa pequena delícia quando estive em Brasília, eu fui para lá para fazer um curso de aperfeiçoamento, curso este que duraria duas semanas e o pouco tempo livre que eu tinha aproveitava para conhecer a noite da cidade. Como todo bom turista, numa destas noites, fui até o Lago Paranoá, fui mais para conhecer mesmo.

Enquanto eu tomava umas cervejas, eis que me passa uma loirinha toda sorridente usando um jeans colado, camiseta brancabota e chapéu de couro passaram por mim sorridentes, e fui obrigado a dizer alguns gracejos. As três olharam e demonstraram apreço por meu galanteio com sotaque carioca, e uma delas, lo e uma discreta maquiagem, logo que a vi, despertou um desejo selvagem em mim e no meu amiguinho cabeçudo (se é que vocês me entendem), fui atrás da mocinha, sem pensar duas vezes.

Me apresentei, trocamos um papo, eu disse que estava ali à trabalho e queria saber se ela me indicaria algum lugar legal onde eu poderia leva-la para passear, ela sorriu, disse que era casada, eu fiquei constrangido, pedi desculpas, mas ela disse que adorava meu estilo, disse que sempre curtiu homens de topetes e jaquetas de couro, passamos a nos elogiarmos mutuamente e, ficou claro que não ficaríamos só naquele papo. Mas antes de atacar a gatinha, perguntei sua idade, afinal seu rosto e sua altura nem de longe revelavam suas vinte e quatro primaveras. Completamente dentro da lei, puxei aquela delicinha pela cintura e tasquei um beijo vigoroso em seus lábios, extraindo profundamente seu aroma de morango do brilho labial.

Ousada, ela apertou minha bunda e mostrou que não estava para brincadeira, e eu já procurei um local aonde pudesse levar a loirinha e conhecer melhor seus encantos. Apertei sua bunda guardada na calça jeans e me impressionei com a dureza do local, pura musculatura! Viciei rapidamente em apertar forte aquele rabo, e a mocinha correspondia aos meus apertões com gemidinhos e mordidas em minha orelha. Minha piroca já pulsava frenética dentro da roupa, e a loirinha percebeu, colocando suas mãos sobre o volume da minha calça e dizendo que eu era “um rockeiro crescidinho”.

Tudo parecia sugerir que em poucos instantes minha piroca nervosa estaria cutucando aquela bucetinha linda da loirinha, talvez encostados em uma árvore das redondezas ou jogados em um matagal qualquer, porém, ela tinha uma surpresa para revelar: se eu quisesse algo com ela, teria que esperar acabar o espetáculo, pois, ela estava indo para um teatro, onde faria uma apresentação de dança que começaria em 25 minutos. Fala sério! Eu não iria ficar esperando quase duas horas por ela, ainda mais tendo que assistir balé, nada contra a arte, mas, não faz meu estilo. Disse para ela que não iria rolar, mas que poderíamos trocar telefones e nos encontrar depois (ou seja, fudeu, não ia rolar nunca).

Ela fez uma carinha triste e disse que tinha gostado de mim, que realmente queria ir mais além comigo naquela noite. Então pedi que ela me desse um motivo bem convincente para lhe esperar. A mocinha abriu um sorriso enorme e me puxou pela mão até atrás de uma moita, local escuro e vazio, onde ela se abaixou diante de mim, olhou nos meus olhos, abriu um sorriso e mandou eu colocar meu pra fora. Como assim? Rápido e direto desse jeito? Apaixonei!

Abri o zíper e deixei o meninão cabeçudo saltar animado para fora, diante da face da loira, que imediatamente pegou no mastro e iniciou uma apaixonante punheta, destilando elogios baratos às dimensões do meu cacete, suas mãos acariciavam meu cacete, a visão daqueles pequenos dedos branquinhos se esforçando para segurar minha pica morena era algo que eu não esquecerei jamais. Sugeri que ela usasse as duas mãos, e assim ela o fez, masturbando-me com as duas mãos em uma sincronia quase profissional.

Sua habilidade para a punheta era ímpar, mas eu queria mesmo era sentir aquela boquinha tesuda abocanhar o cacete e me levar ao delírio, mas apesar de manusear o instrumento bem próximo ao seu rosto e dar algumas linguadas e beijinhos molhados na cabeça do menino, a bailarina safadinha não colocava o menino na boca. E que punheta fantástica era aquela?. A sensação da punheta somada à visão daquele sorriso  e seu decote só poderiam resultar em uma coisa: gozo.

Não tive nem tempo de pegar sua cabeça para lhe forçar a abocanhar minha pica ejaculante antes que minha essência sexual fosse lançada na atmosfera. Simplesmente fui dominado por um prazer visceral, que se traduziu em um prazer intenso espalhado por todo o meu corpo, culminando em pulsações desenfreadas de minha piroca e uma gozada viril, intensa, cujo primeiro jato de porra foi lançado a alguns metros de distância, e os restantes caíram um pouco mais próximos. A bailarina safadinha não conseguiu engolir o primeiro jato, mas depois, limpou meu pau, se deliciando com a porra escorrendo por sua garganta, enquanto me encarava com carinha de quero mais, eu disse, nossa, levanta aí, abaixa esta calça, deixa eu colocar o cacete nesta sua bundinha gostosa, ela me respondeu 
Claro que não, se eu contar o final do filme no trailer, por que você iria esperar pra ver o resto? Vai me esperar ou não?“

Eu disse: “Se não for propaganda enganosa…”

Bailarina: “Sua única opção, rockeiro, é esperar para ver…” –

Ela se levantou e saiu, rebolando sua deliciosa bundinha e me mandando um beijo assoprado de longe, acompanhado de um lindo sorriso. Safadinha! Me seduziu o suficiente para eu manter minha palavra, e de quebra atiçou o meu tesão e minha curiosidade para o que ela poderia me oferecer em termos sexuais
Assisti pacientemente ao espetáculo de dança, mas a música pouco afetava minha concentração nos movimentos da bailarina loira. Que flexibilidade! Que movimentos precisos! Que graciosidade ao dançar! A orquestra tocava vários clássicos, mas eu nem ligava, só via e ouvia o suave movimento da bailarina loira, nem me importava com as outras bailarinas. Aliás, que outras bailarinas? Eu só conseguia ver aquela doce loirinha à minha frente, eu queria mesmo era chegar mais próximo do palco, eu estava praticamente babando ao ver sua prexequinha inchada espremida naquele collant rosa por baixo daquela saia.
Quando finalmente acabou o espetáculo, ela fez um sinal para mim lá do palco, dizendo para eu me aproximar do palco, ao me aproximar, fiquei ainda mais excitado ao ver aquela delicinha toda suada, ela me disse para esperar só mais um pouco, até ela tomar um banho e se trocar. Negativo, respondi a ela que queria degustar dela daquele jeito mesmo, in natura, até fedida se fosse o caso, mas eu não aguentaria esperar nem mais um segundo. Então ela correu até a coxia (que bunda linda naquele collant colado) e voltou com sua bolsa pendurada no ombro, dizendo que a partir daquele momento, ela era minha até as 5 da manhã, quando ela deveria estar em casa.

Como o relógio já marcava mais de 2 da manhã, peguei a loirinha pela mão, entramos no meu carro e partimos rapidamente até o hotel, que ficava a menos de duas quadras dali. O tesão em mim era incontrolável, não via a hora de chegar no hotel, minha pica dura roçava na calça, ela percebeu e começoua acariciar enquanto eu dirigia.

Quando chegamos no quarto do hotel, a delicinha fugiu dos meus braços e correu para o banheiro, me deixando como única opção tirar a roupa, deitar na cama e esperar por ela com a piroca armada. Ao abrir a porta, ela apareceu somente de calcinha, com os cabelos loiros soltos sobre seus ombros, e aqueles peitinhos com bicos vermelhos deliciosamente empinados, a me convidar para uma chupada vigorosa. Ela caminhou lentamente na minha direção, dizendo que minha piroca estava ainda maior, e perguntando se eu estava preparado para o espetáculo. Que delícia de mulher safada e confiante, tinha plena noção de que suas habilidades sexuais jamais sairiam da minha memória.

Levantei da cama e fui em sua direção, dei-lhe um beijo, comecei a morder seu pescoço e coloquei a mão por dentro da sua calcinha, senti sua bucetinha toda encharcada  ela encostou na parede de costas para mim, lançou a perna direita para o alto e fez um tipo de arabesque (que consiste no movimento aonde a bailarina joga a perna para o alto, apontando os pés para o céu com a coluna curvada e a mão segurando o pé), revelando em detalhes sua deliciosa buceta, absolutamente carnuda, guardada pela calcinha de cor creme. Sua bunda branquinha era visualmente espetacular, e em minha cabeça eu só conseguia me imaginar dando tapas ali até deixar tudo bem vermelho.

Fiquei literalmente congelado após o movimento da bailarina, e quando me recuperei do choque, tentei me aproximar, mas ela baixou a perna e me bloqueou enquanto sorria, dizendo que ainda não era a hora. Em seguida ela apoiou as costas na parede, jogou a perna esquerda totalmente esticada para cima, fazendo sua volumosa buceta ficar ainda mais evidente. Minha piroca estava tão rígida e pulsante que eu poderia engravidar um muro de concreto, e a bailarina continuava a me provocar, dizendo para só observar, enquanto ela graciosamente se tocava, fazendo seu mel lentamente irrigar o tecido da calcinha. Bem que tentei fazer conforme ela falou, mas meu autocontrole deve ter saído de férias.

Em um gesto rápido, enterrei os dedos ao redor da calcinha, puxando-a e rasgando-a em um só golpe. A bailarina safadinha arregalou os olhos e tentou baixar a perna, mas era tarde, a distância entre nossos corpos era pequena em demasia, então logo sua perna já estava pressionada pelo meu peitoral naquela posição magnífica, e minha piroca apontando decidida para sua bucetinha Peguei a loirinha pelo pescoço com as duas mãos, e ela se entregou ao meu domínio, só pedindo para eu meter gostoso.

Mantive uma das mãos em seu pescoço e, com a outra, pincelei o mastro entre os grandes lábios volumosos daquela bucetinha rosada e depilada, vendo a cabeça do meu cacete se revestir com o néctar viscoso da safadinha. Logo em seguida, posicionei o instrumento e introduzi lentamente o pau na loirinha, até a metade, praticamente delirando ao comer pela primeira vez uma mocinha tão flexível, e também me impressionando como sua buceta ficava apertada naquela posição. Que tesão era começar o vai-e-vem olhando para aquela loirinha sapeca, que alternava gemidos com sorrisos  para mim, já ficando com o rosto vermelho diante da sensação de ser invadida por minha piroca.

Eu sabia que ela aguentaria pouco tempo naquela situação, mesmo sendo especialista em flexibilidade, então pressionei mais a mocinha contra a parede, induzindo minha bailarina safadinha a propor outra posição. Qual? Um franguinho assado em pé, que espetáculo! Me afastei e deixei ela se posicionar com as pernas ao redor do meu corpo, apoiando-a pela deliciosas nádegas com minhas mãos, e preparando uma nova inserção de meu pau em sua xaninha deliciosa. Pedi por mais ousadia, e ela acatou, deixando suas panturrilhas pressionando meu peitoral e os joelhos colados em seus deliciosos seios. Enterrei a piroca na sua buceta enquanto a pressionava forte contra a parede. Ela cravou os dedos em meus braços e enfim relaxou, apoiada por minhas mãos e violada no seu íntimo mais remoto por minha piroca latejante.

Senti que sua xaninha pingava de tesão, dando-me liberdade para socar o membro com violência no interior da bailarina. Abusando da minha força nos braços ao segurar a loira, forcei minha masculinidade sem dó na safada, que gemia alto e abusava das caras de tesão, ciente de que meus olhos estavam focados nos seus. Ela implorou por meu beijo, e mediante o toque úmido de nossos lábios e a inserção profunda de minha rola intrépida em seu íntimo, a bailarina gozou, desfazendo-se em espasmos e gemidos baixinhos enquanto me beijava.

“Devagar gato, devagar, assim.” – Ela sussurrou em meu ouvido enquanto trocávamos de posição, deixando que suas pernas cansadas baixassem até me envolverem ao redor de meus quadris. Mantive o apoio sob sua deliciosa bundinha, indo e vindo devagar dentro de sua intimidade, ao mesmo tempo em que ela gemia bem baixinho ao pé do meu ouvido, quase como uma gata ronronando.

Voltamos a nos beijar, e eu voltei a acelerar o ritmo, fazendo a deliciosa loirinha arranhar levemente meu pescoço. Bem que eu queria continuar naquela posição, mas meus braços e pernas queimavam, então transportei gentilmente a delícia até a cama, deitando nossos corpos sem desengatar meu pau de sua buceta. Deitados em um legítimo papai-e-mamãe, sem deixar que os beijos parassem por um segundo sequer, movimentei meu quadril de forma circular, fazendo com que minha piroca tocasse em cada milímetro do interior da mocinha, que passava a mão por toda a extensão das minhas costas e apertava minha bunda para finalizar.

Logo a bailarina fez-se valer de sua flexibilidade, abrindo as pernas em uma abertura zero de respeito, enquanto eu levantei meu tronco e me apoiei nos braços, visualizando a cena da minha grossa piroca entrando naquela buceta espetacular, deliciosamente arreganhada pela posição da bailarina. Olhei no rosto da menina e disse que ela era incrível, e ela sorriu, satisfeita por me encantar com suas habilidades ímpares para apimentar a trepada. E para deixar a cena mais deliciosa, eu fazia questão de puxar o pau quase todo para fora, deixando só a cabeça escondida, e depois enterrar tudo de uma vez, até ouvir o estalo do meu saco encontrando a bundinha da moça.

Então tirei o cacete de uma vez, e me levantei da posição, mas ordenei que a doce bailarina continuasse como estava. Eu iria cair de boca naquela xota disposta em abertura zero das pernas da loira, mas confesso que a cena era tão linda que me paralisou por uns instantes, então, boquiaberto senti minha piroca vibrar selvagem, um espetáculo. Enfim sob controle de minhas atitudes, mergulhei diretamente naquela linda bucetinha, abusando da minha técnica de cunnilingus, não descansando até ver a bailarina mergulhar em outro orgasmo, discreto no início, mas intenso quando se misturou a outro orgasmo em sequência.

Estupefata com minha habilidade, a bailarina disse que fazia questão de me recompensar, ainda que estivéssemos já avançados no horário. Sua ordem foi para que eu me deitasse na cama e relaxasse, pois, agora era só com ela. Quando ela começou a me punhetar, lembrei imediatamente de momentos antes, aonde ela me fizera gozar apenas com o toque aveludado de suas pequenas mãos em meu monstro vascularizado. Delirei ao sentir que ela me masturbava ainda com mais técnica, e ela fez questão de cuspir na pica para deslizar as mãos com mais facilidade. Nem eu me punhetava tão bem.

Só que dessa vez ela não iria escapar de abocanhar meu pau, então a peguei pelos cabelos e trouxe sua boquinha de encontro ao meninão, sem qualquer resistência por parte dela. Foi um boquete único, ela chupava só a cabeça, babando sem dó e deixando sua saliva doce escorrer pelo pau, e com as duas mãos, ela fazia uma espécie de massagem na piroca; enquanto uma mão subia no sentido pélvis-glande, a outra descia no sentido oposto, e vez ou outra ela descia as duas mãos até a pélvis e engolia meia pica. Absurdo!

Explodi em uma gozada voraz, urrando como um dinossauro e fazendo porra jorrar da minha piroca fervilhante, direto na boca da bailarina. E quem disse que ela parou por aí? Ela continuou seu movimento exclusivo, só que agora além de baba, escorriam resíduos de minha porra na superfície da pica, que em seguida também escorriam pela mão da safadinha, que apenas tirou a boca do meu pau para dizer que queria mais leite.

O desejo dela foi uma ordem, e dentro de poucos instantes emergiu uma gozada mais intensa de meu íntimo, fazendo minha piroca pulsar em ritmo frenético, e meu corpo inteiro se retorcer em fortes espasmos. Uma delícia! E enquanto minha pica morria com dignidade após tal combinação voraz de boquete e punheta, a bailarina loira fez questão de limpar cada gota de meu leite e, quando terminou, abriu a boca para mostrar vestígios de porra em sua língua, e depois me deu um sorriso inesquecível, com meu gozo espalhado em partes de seus dentes. Se o objetivo dela era marcar minha vida, definitivamente ela conseguiu.

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