quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O dia que tracei a mineirinha

A protagonista de hoje, atende pelo apelido de Nâna, uma mineirinha casadinha, liberal e muito gostosa. Eu a conheci na época do Orkut (sim, há muito tempo eu queria transar com ela), ela só tinha um defeito, era torcedora fanática do Atlético Mineiro, eu coo bom corintiano, sempre discutia com ela por causa de futebol. curto

Num belo dia, o Corinthians iria jogar em Minas Gerais contra o Atlético Mineiro, meus amigos me convidaram para ir, e eu conversando com a Nâna através do whatsapp falei que ia, foi quando ela disse que também estaria no estádio, a gente nunca havia se visto pessoalmente, foi quando eu tive a ideia, vamos assistir o jogo juntos, a gente fica nas cadeiras que é mais tranquilo, e enquanto assiste o jogo, vai conversando e se conhecendo melhor, ela topou.

Chegado o dia, marquei com ela em frente ao Mineirão, ao chegar, ela estava lá, a gente se cumprimentou com um beijo (no rosto), ela estava deliciosa, com um shorts curto, camiseta do galo mineiro, eu já estava mais formal, calça jeans e camiseta sem identificação de time de futebol, afinal, eu não sabia qual lugar ela iria escolher para sentar.

Começamos a assistir o jogo, a cada lance ela se levantava da cadeira, eu admirava aquela bunda redondinha e pensava comigo “tenho que comer esta bundinha hoje”; em alguns momentos eu fingindo ter curtido algum lance do jogo (na verdade, eu não tava nem ai pro jogo), colocava a mão naquelas pernas grossas para comentar com ela, numa destas oportunidades, eu deslizei a mão dela por entre as coxas e passei sobre a xaninha dela, ela me olhou e disse “uai, você tá muito safado”, eu me desculpei, e ela disse: 

“Deixa de ser bobo homem, eu gosto deste trem também, desde que continue sendo discreto”; daí que eu não assisti mais jogo algum mesmo, ficava disfarçadamente, acariciando aquela bucetinha  que pulsava a cada passada de mão.

De repente, gol do Atlético Mineiro, ela comemorou e eu aproveitei e lhe dei um beijo na boca (surreal, eu estava feliz com um gol contra o meu time), logo depois, o Corinthians empatou e assim terminou o jogo. 

Na saída o estádio eu perguntei se ela já iria embora, ela disse que não, pois, participaria de um programa de televisão em Belo Horizonte na segunda-feira e então ficaria no hotel, neste momento meu pau deu uma pulsada na cueca como que dizendo “vai mano, esta é a hora”, eu perguntei se ela estava sozinha no hotel, ela disse que sim, eu me convidei para ir ate lá, com a desculpa de que meu ônibus ara São Paulo só sairia à noite, ela concordou.

Quando chegamos no hotel, ela disse que tomaria um banho e falou que eu poderia ficar à vontade, ela entrou no banheiro, eu comecei a ouvir o barulho do chuveiro, eu tava louco de tesão de imaginar que ela estava ali, pertinho de mim e peladinha, levantei-me, fui até o banheiro, a porta estava destrancada (nãos ei se por descuido dela ou por conveniência, mas, e dai?), entrei, pude ver por entre a porta do box, aquele corpo gostoso, aquela bundinha redondinha, resolvi me arriscar, tirei minha roupa, fiquei pela, abri o box bem devagar, ela estava se ensaboando e nem percebeu, agarrei-a por trás e disse: “Quer ajuda meu tesão?” Neste momento meu pau duro roçou naquela bundinha redondinha, ela jogou a cabeça para trás e balbuciou: “Será que eu dou conta de mais de três anos de tesão em atraso?”, eu disse que podíamos tentar; eu agarrei ela mais forte, coloquei a mão em seus peitos e comecei a roçar meu cacete naquela bundinha gostosa, ela se virou de frente pra mim, demos um beijo bem gostoso e ela foi descendo beijando meu pescoço, minha barriga e se ajoelhou e começou a chupar meu pau, eu segurava e puxava seus cabelos enquanto ela engolia minha pica toda, ela chupou tão deliciosamente que gozei em sua boca enchendo a mesma e porra, neste momento eu a levantei, dei uns beijos e algumas mordidinhas em seu peito e desci, comecei a chupar a sua bucetinha até que a mesma ficou com as pernas bambas de tanto tesão, então a peguei no colo e tirei a mesma do banheiro, jogando-a na cama, deitei em cima dela e comecei a morder seus lábios enquanto a beijava, foi nesse momento que eu peguei as fronhas dos dois travesseiros e amarrei seus braços, um de cada lado, no gradil da cama, peguei duas toalhas que ali estavam e fiz o mesmo com suas pernas abertas, ela de braços e pernas abertas, pelada a minha mercê, comecei a chupar sua bucetinha, lambia bem gostoso seu grelo, enfiava o dedo no seu cu e ela gemia de prazer e me pedia para penetrá-la, e eu dizia “cala a boca, vou te comer quando eu quiser”, eu sabia que isso a excitava mais ainda, pois, eu percebia pelo pulsar de sua bucetinha encharcada; subi beijando sua barriguinha, comecei a chupar seus peitos e a roçar meu pau na entrada de sua bucetinha, ela meio que tentava se levantar para que o pau encaixasse, mas, como estava amarrada, eu só a torturava (de um jeito bom de se fazer), neste momento ela me xingou “seu filho da puta, mete logo este trem uai, já gozei duas vezes aqui sô”, mas, eu adoro judiar, sentei-me sobre seus peitos e comecei a bater com meu pau duro em sua cara, ela gemia e dizia que estava adorando tudo aquilo, perguntei se queria ser desamarrada, e ela, entrando no jogo disse “você é quem manda meu mestre”, desci roçando o pau em seus peitos, em sua barriga, e ao chegar perto de sua bucetinha, enfiei com força, ela gemeu alto, comecei a bombar bem forte, ela gozou, gritava mais e eu bombando bem forte, enterrando todo o meu pau naquela bucetinha, enquanto socava meu pau, comecei a mordiscar seus peitos, beijar seu pescoço e gozei dentro daquela buceta gostosa e úmida, ela também gozou novamente, desamarrei-a e disse que queria comer seu cuzinho, ela adorou a ideia, virou-se de bruços, eu pude ver aquela bundinha redondinha com aquele cuzinho rosado se oferecendo para mim, dei um beijo naquele cuzinho, comecei a roçar meu pai que estava todo melado, na porta do cuzinho, até que enfiei com força, ela soltou um grito num misto de dor e prazer, agarrei em seus cabelos, socando o pau em seu cu, puxando-a pelos cabelos, com a outra mão, dava-lhe tapas na bunda, não demorou para gozarmos novamente. Terminado tudo, fomos tomar um banho e mesmo exaustos, trocamos carícias e beijos embaixo do chuveiro.

Naquela noite eu dormi no hotel dela, no outro dia, acordei, vim embora para Sorocaba, mas ainda nos correspondemos até hoje e, sonhamos com o dia em que vamos repetir tudo isso

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