domingo, 4 de dezembro de 2016

A bella loirinha

Era noite de sábado, o show foi muito bom, o baixista da banda, como sempre estava transpirando muito, pois, tocar um baixo rabecão não é fácil, segurar o baixo e manter a intensidade do som (ele toca em uma banda de psychobilly), após o show, cervejas no camarim, algumas admiradoras (Maria palheta, Maria baqueta, groupies), eis que o baixista diz “cara to suadão, vou tomar um banho antes de ir embora”....

Ele foi ao banheiro, um banheiro timido, mas uma das raras casas noturnas que oferece camarim a bandas independentes e iniciantes, então o banheiro timido está ótimo, era só pra tirar o suor, abriu o chuveiro, de repente um vulto no banheiro, ele imaginou que fosse alguém da banda e já foi dizendo “se vier zuar ta fudido”, mas, ninguém respondeu, ele continuou seu banho, de repente o box se abre, era uma loirinha deliciosa, muito bella, peitos durinhos, xaninha lisinha, pelada na frente dele dizendo “posso te acompanhar no banho?”, na hora ele ficou meio sem ação, antes que pudesse dar alguma resposta, a loirinha misteriosa o agarrou, deu-lhe um beijo e começou a arranhar suas costas, ele foi ficando excitado, ela percebendo que ele estava de pau duro, abaixou-se, esfregando o corpo dela no dele, quando ele sentiu aqueles peitinhos durinhos roçando seu pau, ele viu que não tinha mais jeito, ele teria (como se fosse sacrificio) que transar com aquela loirinha, ela começou a chupar seu pau, lambia a cabecinha, lambia as bolas, enfiava ele todo na boca, ele gemia a cada chupada, porém se lembrou que estava num box de um camarim e que o restante da banda estava na sala ao lado, comentou com a loirinha que ali não era o lugar, alguém da banda poderia entrar, ela disse “relaxe, os caras da banda foram lá para o bar, e eu coloquei um papel  escrito NÃO PERTURBE, na porta do banheiro”, neste momento ele pensou “quer saber? Ta no inferno, abraça o capeta”, e começou a segurar naquele cabelo loiro e entrelaçando seus dedos puxava a cabeça da loira, controlando os movimentos de vai e vem enquanto ela chupava, em dado momento ela se levanta, põe a mão do baixista em sua vagina e diz “olha como estou com tesão, me fode gostoso”, neste momento, ele levanta a perna direita dela, pede para que ela agarre seu pescoço, segura sua perna esquerda, a levanta e em pé, carregando-a, encaixa seu cacete naquela xaninha apertada e molhadinha, bastaram algumas estocadas e a loira jã gritava de tesão, neste momento, o baixista a colocou em pé de costas para ele, a água do chuveiro caindo sobre ambos, ele começou a esfregar a cabeça de seu pau naquela bundinha branca linda, ele dá um beijo carinhoso naquele cuzinho rosado, coloca o lubrificante natural nela (cuspe), esfrega a cabecinha de seu pau, que estava toda melada, no cuzinho dela e sentindo aquele cuzinho rosado, ele coloca o pau bem devagar nela, enquanto a segura pelos cabelos, dá tapas em sua bunda, da tapas em sua xaninha,, a loirinha geme e treme a cada estocada daquele pau duro em seu cuzinho, ambos gozam, terminam o banho e se enxugam.

Ao sair do box, a loirinha diz “putz, minhas amigas foram embora, to fudida, não tem mais ônibus a esta hora”; o baixista nesta hora banca o cavalheiro e oferece carona a ela (não é certo deixar uma dama ir embora sozinha aquela hora, e ele também queria meter mais um pouco naquela xaninha gostosa), ela aceita, antes passam em uma lanchonete, comem algo, ele olha para ela e diz “sabe que to afim de transar com você de novo”, ela diz “demoro, eu também quero”, e ambos saem da lanchonete e vão para a casa do baixista, lá ele a joga a cama, a possue de várias formas e maneiras, ambos gozam muitas vezes, ele fica extenuado, sugere que ela durma ali, porém, ela diz que sua mãe ficaria preocupada, afinal, ela tem 19 anos, mas, ainda depende da mãe, neste momento, com as pernas tremulas de tanto gozar, o baixista diz “ok, te levo embora, onde você mora??”, quando ela diz o bairro, ele pensa (mas não diz) “puta que o pariu, mora longe ein fia”, porém cumprindo a missão de ser um cavalheiro, a leva embora, entre um kilometro e outro andado, ele pega na xaninha dela, ela pega no pau dele, e o inevitável acontece, ela se abaixa e começa a fazer um boquete nele dentro do carro, e ele que já estava com a perna bamba pelas gozadas, goza novamente naquela boquinha macia, ela bebe todo o gozo, lambe seu pau, guarda-o.

Finalmente ele chega na casa dela, a deixa, ela dá seu numero de telefone a ele e diz “quando quiser repetir, me liga, ou então, você já sabe onde eu moro”, ele pensa “caraça, eu acho que vou demorar um pouco para querer transar de novo”, volta para a casa e dorme feito uma pedra, no domingo acorda, toma seu café e pensa “puta que o pariu, eu tenho que comer esta loirinha de novo, que delicia”.

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