domingo, 11 de dezembro de 2016

A loirinha brava foi domada

Tudo aconteceu quando aquele policial teve que ir até uma casa para intimar uma senhora que era testemunha num caso de brigas entre vizinhos, ocorrência chata, mas, tem que se apurar. O bairro era tranquilo, sem muitos índices de violência, a ocorrência também não era das mais complicadas, ele resolveu que iria sozinho, faria a intimação, no dia seguinte, ouviria as declarações da pessoa e mandaria para o delegado, sem muitas delongas.

Quando ele chegou na casa da referida pessoa, bateu no portão que estava trancado, e veio lhe atender uma mulher loira, muito bonita, ela era mãe de dois filhos, mas, ainda tinha um belo corpo, ao avistar a viatura ela foi logo esbravejando:

“O que está acontecendo? Por que tem uma viatura na porta da minha casa? ”

Ele explicou os fatos, contou sobre a ocorrência e que a vítima dizia que uma das pessoas envolvidas morava ali e para isso, ele precisaria ouvi-la em declarações, para tentar identificar esta pessoa, no caso, a agressora. Gente, pense numa menina brava, ela o olhou nos olhos e disse:

“Eu não vou em porcaria de delegacia nenhuma, eu não fiz nada, estava tendo uma festa aqui no dia, mas, a maioria das pessoas que aqui estavam, eram conhecidas do meu amigo, não as conheço”
Novamente, o policial explicou que era só ela ir até a delegacia e colocar tudo isso no papel e os fatos seriam levados ao delegado que decidiria o que fazer; ela dizia que era um absurdo parar viatura policial na frente da casa dela, foi quando ele disse: “A senhora está com algum problema, está tentando esconder algo ilícito ou qualquer outra coisa do gênero? ” 

Ela disse que não, e ele disse que pela atitude suspeita dela, ou seja, o nervosismo demonstrado, teria que revista-la, sim, ele sabia que pela lei, um homem não pode revistar uma mulher, apenas em situação de flagrante em que seja, impossível esperar por uma policial feminina, não era este o caso, mas, como a rua estava deserta, o policial a abordou desta forma. Ela se assustou e disse que não tinha passagens, mas, o policial disse que, pelo nervosismo, talvez ela estivesse portando drogas e sim, iria revista-la, pois, se chamasse uma policial feminina, daria tempo de ela dispensar a droga.

Ela negou que sequer usasse drogas, e que aquilo não fazia sentido, ficou mais nervosa ainda, e ele disse que não adiantava ela reclamar, seria revistada e a mandou ficar quieta. Ela pediu para que pelo menos, fizesse isso n garagem de sua casa, para não ser humilhada na frente da casa, o policial concordou. Ela entrou, encostou o portão e alegou que não teria como esconder algo dele já que sua roupa era curtinha, ela estava com uma mini saia branca e uma camiseta preta. 

Ele a mandou ficar quieta novamente e ordenou que colocasse as mãos no capo do carro que estava na garagem. Ela estava muito nervosa, com medo. Ele então falou que iria a revistar, e passou a mão nos seu braços, percorreu pelos seus peitos, passou pelas costas e foi descendo, passou a mão na sua bunda e desceu até os pés, então ela disse:

“Viu não tenho nada! ” Ele deu uma risadinha sacana e começou a subir, passando a mão pela parte interna da perna dela, até chegar em sua coxa e a mandou abrir as pernas, ele subiu mais e chegou até sua bucetinha, que estava um pouco molhada (ela sempre teve fantasia em sair com um homem que a dominasse, e sendo policial, melhor ainda, mas não imaginava desta forma), ele então a chamou de biscate e disse que ela estava gostando, a mesma negou. 

Ele se levantou e começou a acariciar os peitos dela, ela estava sem sutiã e a camiseta deixava os seios à mostra, ele colocou os peitos dela pra fora e começou a brincar com eles, e a dizer no ouvidinho da loira ouvido que elaera uma puta safada. Aquilo a arrepiava e ele percebeu que ela estava começando a relaxar, e aquilo foi deixando ela louca de tesão. 

Ele colocou uma mão na bucetinha dela que já estava super molhada e começou a brincar com ela, ela estava achando aquilo uma delícia, ele a virou de frente, a colocou sentada no capo do carro tirou sua calcinha e começou a chupá-la. Ela estava achando aquela língua maravilhosa, ela delirava, ele a chupava muito gostoso e sem que ela percebesse começou a gemer alto, então ele parou e deu um tapa na sua cara, disse pra que ela deveria calar a boca e ficar quieta.

O policial se levantou e tirou aquele pau enorme pra fora da calça e mandou ela chupar. A loirinha caiu de boca naquela pica deliciosa, chupou tudo, ela estava achando aquilo tudo uma delícia, depois de um tempo chupando ele a pegou pelo cabelo e a jogou novamente em cima do capo do carro, levantou sua saia e começou a foder aquela bucetinha gostosa, ele a segurava pelo pescoço e a todo momento a chamava de puta, ela adorava isso, e pedia para que o policial a fodesse cada vez mais forte, ele colocou o dedo na boca dela e disse que deixasse o dedo dele bem molhadinho, ela chupou o dedo dele e então, quando ele estava bem babadinho ele começou a enfiar o dedo naquele cuzinho rosado dela, ele começou a fode-la bem rápido e a enfiar o dedo em seu cú bem forte, ela estava enlouquecendo de tesão, então quando não aguentava ais, ela gemeu como nunca e anunciou que iria gozar, ai ele a fodeu como nunca e disse que também iria gozar, mais queria gozar sem eu cú, ele tirou o pau da bucetinha dela e enfiou sem do naquele cuzinho, ela sentiu muita dor, mas, estava tão louca de tesão que o prazer era maior que a dor, então ele começou a dizer, “goza sua biscate”, então ela gozou, e achou uma delícia, nunca imaginou que pudesse gozar dando o cú, ela gemia como nunca e então ele gozou também e encheu seu cu de porra. 

Terminado isso, ele lhe entregou a intimação, ela estava bem mais calma, no dia seguinte, ela foi à delegacia com um advogado, isso o assustou, mas ela prestou seu depoimento, em dado momento, o advogado perguntou se poderia conversar com o delegado, o policial disse que sim, mas a loirinha disse que esperaria ali embaixo na sala, pós o advogado sair, ele a olhou e disse: “Por que o advogado? Quer me matar do coração? Achei que ia fazer uma reclamação sobre ontem”

Ela disse: “Claro que não gato, nossa transa foi muito louca e eu não vejo a hora de repetir tudo, ainda estou com o cuzinho dolorido, mas sinto muito tesão com isso”, ele deu-lhe um demorado beijo.

Após este fato, eles se encontraram várias outras vezes, e a cada transa, o prazer era mais intenso. Ela lhe confessou que sempre que vê uma viatura policial, recorda-se do fato e, sua buceta já fica molhadinha.

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